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sábado, 26 de janeiro de 2013

Michael Voris e o cinismo das defensoras do aborto



Com os avanços da ciência, vem acontecendo com as feministas o mesmo que aconteceu com os darwinistas e foi tão bem descrito por Michael Behe em seu clássico A Caixa Preta de Darwin: estão sendo destruídas uma por uma as premissas que justificavam, décadas atrás, as reivindicações das defensoras do aborto.

Como mostra Michael Voris no vídeo acima, 40 anos atrás, quando o aborto foi liberado nos EUA, prevalecia a ideia de que os fetos eram só "protoplasma", um amontoado de células que nada tinha de realmente humano. Hoje, com os avanços da medicina e da biologia, parece incrível que até pouco tempo atrás essas ideias aberrantes pudessem ser aceitas por animais racionais, mas é verdade.

Com o desmoronamento dessa concepção primitiva do desenvolvimento do feto, cai por terra toda a velha argumentação daquelas que se esforçam por justificar teoricamente o massacre de crianças indefesas antes mesmo de nascerem.

E como, então, as novas feministas defendem a caça aos fetos? Simples: obrigadas a admitir que o feto é um ser humano, elas se limitam a responder com uma pergunta: e daí? Humano ou não humano, o que vale é a minha decisão de matar o feto, e ninguém tem nada com isso.

Assassinar o próprio filho no momento de sua vida em que ele está mais indefeso é provavelmente o ato mais vil e covarde que um ser humano possa praticar. Para justificar crime dessa magnitude, só mesmo o mais abjeto cinismo. E isso não falta a nossas feministas.

Vídeo em inglês rodado durante uma manifestação católica pró-vida em Washington.


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