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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Pena de morte e crime organizado


O crime organizado é um exército em ação, hierarquizado, armado e fartamente financiado pelo tráfico de drogas e pela prostituição internacional. Por ordem de seus generais - muitos deles já presos -, são executadas diariamente dezenas de pessoas inocentes.

É em casos como este que a pena de morte se faz absolutamente necessária. Eliminar os chefes dessas organizações equivale a uma operação militar de pacificação, que pode salvar centenas de vidas inocentes em troca das vidas de uns poucos criminosos.

Permitir que esse exército continue a funcionar no seio da sociedade em nome dos valores supostamente "cristãos" e "humanitários" da proibição da pena de morte é, no mínimo, irresponsável, e muitas vezes criminoso.

Somos contrário à pena de morte em casos de crimes individuais, pela simples razão de que não é confiável o sistema jurídico e policial brasileiro. Condenar alguém exige a redução da margem de erro na investigação a quase zero, o que as atuais circunstâncias não permitem.

Mas em casos como os do comando do crime organizado, a margem de erro é nula, pois os chefes são notórios - pelo menos até certo grau hierárquico. Daí para cima, são outros quinhentos. Mas o princípio para eles também será o mesmo.






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