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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Escola de prostituição na Espanha; palavras "pai" e "mãe" proibidas na França


Sodoma, 25/9/2012
O site belga Express.be (em francês) vem em seu último número com duas grandes notícias para os admiradores de Marta Suplicy, Sérgio Cabal e pela comunidade vampirista em geral:

1) Na França, o governo maçônico de François Hollande (foto) acaba de banir de todos os textos oficiais franceses as palavras "pai" [père] e "mãe" [mère], consideradas insultuosas à comunidade gay. Elas serão substituídas pelo termo genérico "parents" [~progenitores]. Da mesma forma, foram banidos os termos "marido" [mari] e "mulher" [femme], oficialmente substituídos pelo politicamente correto "esposos". Na França, outrora a "filha mais velha da Igreja", de gloriosa memória, os casais homossexuais podem adotar crianças à vontade, sem problemas. Também é permitido de maneira irrestrita o aborto, praticado sempre pelas mães  pelos esposos com grande alegria e entusiasmo, sem miséria. A comunidade GLBTVXK, porém, continua revoltada e reclama de que os gays ainda não têm direito à maternidade assistida por médicos naquele país de passado tenebrosamente católico. Sinceramente, este vosso servo não tem ideia do que isso é, mas imagina que seja a implantação de um útero artificial nos intestinos de um dos "esposos", para receber artificialmente algum tipo de feto.

Nota também a revista que, pelo andar da carruagem, a proibição do incesto está por um fio. Taí um país adiantado - pelo menos quanto ao estado de putrefação.

Canibalismo, estamos chegando!

2) Em Valência, na Espanha, foi inaugurada uma escola profissionalizante para candidatas a prostitutas. Naquele país, a prostituição está liberada (como em todo o Ocidente, aliás) e cerca de 400 mil pessoas se dedicam profissionalmente a essa progressista e próspera atividade.

É por essas e outras que o Ocidente se indigna com os horrores do Irã e da Síria, que não têm nenhum desses avanços em suas sociedades. Bomba atômica neles!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Bach e os punhos de renda


Reza a lenda que Buffon só se sentava para escrever vestindo camisas de punho de renda.
É bem verdade que mestre Hans-André Stamm não usa punhos de renda (como fica evidente no vídeo), mas sem dúvida tocar num órgão desses também constitui certo incentivo para caprichar mais na execução.

sábado, 22 de setembro de 2012

Pós-modernidade, escola de traição


A pós-modernidade é uma escola de traição: trair nossa religião pela apostasia, trair a pátria pelo mundialismo, trair o casamento e a família pelo divórcio e até trair nosso sexo pelo homossexualismo.

Mas por trás de tudo isso está a traição fundamental, a traição da Palavra, do Verbo, do  Logos encarnado: toda traição é traição da Palavra.

O ateu e o inferno


Como a vida na Fé da Igreja é já um princípio de bem-aventurança, o ateísmo é já o inferno.

A perspectiva de um mundo sem Deus e, portanto, sem sentido é tão abjeta que todo ateu é obrigado a acreditar na mortalidade da alma, embora não haja vínculo intrínseco algum entre as duas ideias. Tão repulsiva que não pode ser sequer considerada.

Pois bem, o inferno é isto: o ateísmo eterno, sem nenhuma esperança, e ainda agravado pela ausência definitiva de Deus e pela presença contínua do Inimigo.

E o que é pior: mesmo constituindo a prisão eterna do ateu, o ateísmo continuará sendo eternamente  falso, e o ateu, um eterno iludido.

Como a vida eterna é a visão beatífica da Verdade, que é Deus, o inferno é a contemplação eterna do Falso.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Dom Odilo e a boçalidade da IURD e de seu candidato à prefeitura de SP


Parabéns ao cardeal Dom Odilo Scherer, pela energia e sabedoria na resposta às baixas acusações à Igreja formuladas por um ex- bispo (!) da IURD. O discípulo de Edir Macedo dirige a campanha de um candidato de nulidade vertiginosa à Prefeitura de SP.
Dom Odilo tem feito um bom trabalho em São Paulo, dadas as circunstâncias, e merece todo o apoio e respeito dos fiéis católicos.
Este blog deseja a Sua Eminência um feliz aniversário.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Os caminhos de Deus


Ninguém foi ontem
nem vai hoje
nem irá amanhã
a Deus
por este mesmo caminho
que eu vou.
Para cada homem guarda
um raio de luz o sol
e um caminho virgem
Deus.

(León Felipe)

Trad. Yours Truly.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Bento XVI: Cristãos e muçulmanos unidos pela paz



"É tempo que muçulmanos e cristãos se unam para pôr termo à violência e às guerras."

Em sua alocução aos jovens, pronunciada em sua viagem ao Líbano, Sua Santidade ressaltou a necessidade de um trabalho comum entre cristãos e muçulmanos para evitar a guerra, tão desejada pelas forças obscuras que manipulam os bastidores da política mundial.

Parabéns pelo Papa pela coragem de sua viagem e pela lucidez das palavras.

Já está mesmo mais que na hora de católicos e muçulmanos juntarem forças contra a máfia da corrupção, do ódio e da mentira que tanto luta pela guerra e pela desunião entre os povos.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Relativismo e subserviência

Betto, Boff e Rede Globo
Foto Allan Calisto Cria Fotografia

Desde os seus primeiros balbucios no Renascimento e com força avassaladora desde as Luzes, o relativismo adora desfilar como o amigo da liberdade e da busca da verdade. Nada mais falso. O relativismo é a arte sofística de dobrar a Fé e a Moral ao ditado dos poderes deste mundo. Adaptar a mensagem evangélica aos "tempos" é na verdade tentar submetê-la às vontades dos poderosos de plantão. A quadratura do círculo.
Não é à toa que o relativismo forme a espinha dorsal - ou, mais precisamente, a falta de espinha dorsal - da hidra maçônica.
E quando sabemos que ele forma o coração do famigerado "espírito pós-conciliar", podemos ver a história recente da Igreja sob sua verdadeira luz. E avaliar quem são na verdade os Boffs, Arns e Bettos, darlings da NWO.

Ser homem


O primeiro dever de quem busca a verdade é ser homem, ter a coragem de suas convicções. Esta verdade é elevada ao infinito na religião do Filho de Deus crucificado.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Marta "Aborto" Suplicy, ministra da Cultura. Relaxa e goza, Brasil!

Marta na parada gay, cercada por
 uma multidão de intelectuais e artistas

A multimilionária Marta "Aborto" Suplicy, de  tradicional família paulistana e militante radical do Partido dos "Trabalhadores" (kkkk), foi nomeada hoje ministra da Cultura. Não é gozação, é verdade.

Os mais desavisados poderiam perguntar: Mas o que tem a ver com a Cultura essa  sexóloga que ganhou notoriedade ensinando a adolescentes a prática do sexo anal pela TV e em revistinhas?

A resposta é simples: tudo. Pois aqui em Sodoma, já faz algum tempo que a prática da sodomia passiva é condição necessária e suficiente para se alcançar o estatuto de "artista" e "intelectual". Basta percorrer rapidamente a lista dos nomes mais consagrados da Cu-ltura de nosso país (e não só daqui, mas de toda a Sodoma planetária) para constatar o fato.

A nomeação de Marta, portanto, não passa da consequência lógica desse progresso irreversível no conceito de Cu-ltura.

Fontes fidedignas garantem que a diretriz central  da nova ministra para o fomento da ciência e das artes no país será "Relaxa e goza".

Pobre Brasil.


sábado, 8 de setembro de 2012

Guicciardini e a manipulação das massas

Francesco Guicciardini

Uma rápida busca no Google pode dar uma ideia da diferença de popularidade entre Nicolò Machiavelli e Francesco Guicciardini, ambos diplomatas florentinos e teóricos da política, que floresceram na mesma época, o início do Cinquecento italiano. Há 63 milhões de referências a Machiavelli e só 1.300.000 a Guicciardini.

No entanto, há uma brutal diferença de brilho entre Guicciardini e Machiavelli, e em favor do primeiro. Tal superioridade não se limitou ao êxito nas respectivas carreiras diplomáticas - o primeiro foi governador da Romanha e primeiro diplomata do Papa, ao passo que Machavelli nunca passou de um diplomata de segundo plano - mas se revela sobretudo na diferença de profundidade entre os dois pensadores. 

Enquanto a teoria política de Machiavelli ainda se move na esfera ingênua da luta entre poderes igualmente conscientes, numa arena transparente a seus planos e cálculos, Guicciardini não precisa de mais do que de meia dúzia de linhas que servem de Abertura às suas Storie Fiorentine para colocar a essência da política moderna sob seu verdadeiro signo: a manipulação das massas.

Como o italiano de Guicciardini é ainda mais saboroso do que as massas de sua Firenze natal (no sentido culinário, é claro), não resisto á tentação de citar no original esse triunfo histórico da perspicácia sobre a burrice:


Nel 1378 sendo gonfaloniere di giustizia Luigi di messer Piero Guicciardini successe la novità de' Ciompi, di che furno autori gli otto della guerra, e' quali per essere stati raffermati piú volte in magistrato, s'avevano recata adosso grande invidia e grande contradizione da' cittadini potenti, e per questo si erano rivolti a' favori della moltitudine; e però procurorono questo tumulto, non perché e' Ciompi avessino a essere signori della città ma acciò che col mezzo di quegli, sbattuti e' potenti ed inimici sua loro rimanessino padroni del governo.

Ou seja, a uma divisão por dois entre dominantes e dominados, em que se compraz Machiavelli como ainda boa parte dos nossos "teóricos", Guicciardini propõe uma divisão tripartite, entre um grupo dominante de cidadãos, que tem como inimigos dentro das altas esferas da cidade (sob diversos aspectos: financeiras, intelectuais, morais, religiosas, políticas, militares) um outro grupo de cidadãos. Para derrotar esse segundo grupo, os primeiros lançam mão das massas, fingindo dar a elas o poder, mas na verdade apenas jogando-as contra o grupo de seus rivais, enquanto permanecem invisíveis os primeiros. Não há um espaço neutro em que se desenrole o confronto. Trata-se de um jogo em que as regras, as metas e os adversários são ocultos, e nisso consiste a sua essência.

O fundamento mesmo do que tem sido a grande política em toda a Modernidade e, de modo ainda mais exacerbado, em nossos tristes tempos.

Eis aí o que se chama brilho intelectual.

São Francisco de Sales e a preparação à oração


Mas, Filóteo, talvez você não saiba orar, pois infelizmente essa é uma ciência que pouco se conhece em nosso século. Cumpre, pois, que em poucas regras eu lhe esboce aqui um método, na esperança de que os bons livros, e sobretudo o costume, venham a instruí-lo a fundo.

A primeira regra diz respeito à preparação, e eu a reduzo a estes três pontos: colocar-se na presença de Deus, pedindo-lhe o auxílio de suas luzes e de suas inspirações; escolher o Mistério que se queira meditar.

No que se refere ao primeiro destes três pontos, proponho quatro meios principais com que você pode ajudar seu novo fervor.

O primeiro consiste numa viva atenção à imensidão de Deus, que está de modo universalíssimo e realíssimo presente em todas as coisas e em todos os lugares. Assim como os pássaros, que em qualquer região onde voem, em toda parte encontram ar, assim também aonde quer que vamos ou estejamos, sempre encontramos Deus muito presente em nós mesmos e em todas as coisas; esta verdade é bastante conhecida de todos, mas nem todos lhe dão a necessária atenção. Os cegos que sabem estar na presença de um Príncipe mantêm-se respeitosos, embora não o vejam; mas por não o verem, perdem facilmente a ideia de sua presença; e, uma vez perdida, perdem com facilidade ainda maior o respeito que lhe é devido. Ah, Filóteo, não vemos Deus que nos está presente e, embora a fé e a razão nos alertem de Sua presença, logo perdemos a ideia dEle e nos comportamos como se estivesse muito longe de nós. Pois embora saibamos que está presente em todas as coisas, a falta de atenção em sua presença nos coloca na mesma condição de se o ignorássemos. É por isso que sempre devemos dispor nossa alma à Oração, por uma profunda reflexão sobre a presença de Deus. O espírito de Davi muito se impressionava com ela, quando dizia: Se subo ao Céu, ó meu Deus, lá estais; se desço ao inferno, lá também estais Vós. Sirvamo-nos, assim, das palavras de Jacó, que, depois de ter visto a escada misteriosa de que lhe falei, exclamou: Ah! Como é temível este lugar! Deus está verdadeiramente aqui, e eu de nada sabia. Queria dizer que não havia refletido a respeito, pois não podia ignorar que Deus estivesse em toda parte. Portanto, Filóteo, quando se apresentar à Oração, diga de todo coração para o seu coração mesmo: meu coração! meu coração, Deus está realmente aqui.

A segunda maneira de se colocar na presença de Deus é pensar que não só Ele está onde você está, mas também em você, no fundo de sua alma, que a vivifica, a anima e a sustenta com sua divina presença: pois como a alma que está presente em todo o corpo reside, porém, no coração com um tipo de presença mais especial, assim também Deus, que está presente em todas as coisas, está muito mais em nossa alma, e por isso se pode dizer com razão que Ele é a alma mesma. É por isso que Davi chamava Deus o Deus de seu coração. É o que quer dizer São Paulo quando diz que vivemos, nos movemos e somos em Deus. É também esse pensamento que provocará em você uma profunda veneração por Deus, que lhe está tão intimamente presente.

O terceiro meio de que você pode valer-se é considerar que o Filho de Deus, em sua humanidade, olha do Céu todas as pessoas do mundo, mas em particular os Cristãos, que são seus filhos; e de modo ainda mais especial os que estão atualmente em oração e nos quais observa o bom ou mau uso que dela fazem. Ora, o que lhe digo aqui não é mera imaginação, mas um fato muito real: pois embora não O vejamos como Santo Estêvão o viu em seu Martírio, Ele tem no entanto os olhos fitos em nós como os tinha nele, e podemos Lhe dizer algo semelhante ao que a Esposa do Cântico diz ao Esposo: ali está ele, ele mesmo, ele está oculto de mim e não posso vê-lo; mas ele me vê e me observa.

A quarta maneira consiste em imaginar que Jesus Cristo está no mesmo lugar onde estamos, como se O víssemos à nossa frente e quase como costumamos imaginar nossos amigos, e dizer: imagino ver fulano que faz isso e aquilo; parece até que o vejo, que o ouço. Mas, Filóteo, se você estivesse diante do Santíssimo Sacramento do altar, essa presença de Jesus Cristo na Igreja com você seria muitíssimo real, e não só imaginária; pois as espécies ou as aparências do pão são como um véu que O oculta a nossos olhos: Ele verdadeiramente nos vê e nos considera, embora não O vejamos em sua forma própria. Use, pois, de uma dessas quatro práticas para colocar-se na presença de Deus, e não das quatro ao mesmo tempo, e isso mesmo deve ser feito com brevidade e simplicidade.

(Introduction à la Vie dévote, II, 2)


sábado, 1 de setembro de 2012

FSSPX - Roma: Reveladas as 6 condições irrenunciáveis para um acordo

O seminário de Écône

No último de seus comentários semanais enviados por email, Dom Williamson, um dos bispos sagrados por Dom Lefebvre à revelia de João Paulo II,  teria revelado as seis condições inegociáveis estabelecidas pelo Capítulo Geral da Fraternidade em julho para chegar a um acordo com Roma. Dom Williamson, inimigo radical de qualquer aproximação com a Santa Sé, considera que essas condições são como uma rendição da Fraternidade. Tal interpretação, dada por figura tão central nos círculos de Écône, não pode deixar de significar que o acordo está muito perto.

Eis aqui o teor das condições, segundo o site espanhol Infocatolica:


- Liberdade para a Fraternidade ensinar a verdade imutável da Tradição Católica e de criticar os responsáveis pelos erros do modernismo, do liberalismo e do Vaticano II.
- Uso exclusivo da liturgia de 1962.
- Garantia de pelo menos um bispo (se subentende que se referem à ordenação de um bispo entre os responsáveis pela Fraternidade).
- Que a Fraternidade tenha seus próprios tribunais de primeira instância.
- Isenção das casas da Fraternidade do controle dos bispos diocesanos.
- Criação de uma comissão a ser estabelecida em Roma para cuidar da Tradição, com forte representação tradicionalista (possível referência à própria Fraternidade), mas «dependente do Papa». 

Trata-se, como se vê, de propostas bastante razoáveis, dada a grandeza do que está em jogo..
Oremos para que tudo dê certo. Já está mais que na hora de curar essa chaga.