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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vaticano II: fracasso pastoral


Antes e para além do problema das "heresias" presentes no Concílio Vaticano II, algo que, como reconhece Dom Fellay, tem sido amplamente exagerada da parte tradicionalista,  há a questão muito mais fundamental para um Concílio que se autodefiniu pastoral: seu retumbante fracasso, justamente, pastoral. É bem possível que esse fracasso pastoral tenha sua raiz última num enfraquecimento da Fé e da adesão às verdades reveladas, mas o fato é que a causa próxima do cataclismo pós-conciliar reside no âmbito mesmo em que ele pretendia atuar.

Não há dúvida de que a apostasia en masse, o fim das vocações sacerdotais e religiosas e o fechamentos de ordens inteiras, a anarquia sexual, os crimes de pedofilia, a perda de prestígio e de espaço para denominações evangélicas de financiamento maçônico, o fim da intelectualidade católica, deturpações generalizadas da vida da fé como o neopentecostalismo da  RCC e as comunidades de base da Teologia da Libertação, grupos de católicos pró-aborto e pró-casamento de pares homossexuais (inclusive com adoção de crianças), tudo isso está muito mais ligado ao lado pastoral da vida da Igreja do que à teologia dogmática.

Não há a menor dúvida de que a guarda e a defesa do depósito da Fé é parte fundamentalíssima da vida da Igreja, mas é erro enorme insistir em minúcias dogmáticas que podem ser resolvidas de uma penada pelo Papa (na minha opinião, nem isso é necessário) e deixar de lado como secundárias as legiões de sacerdotes homossexuais, de padres que pregam do púlpito, diariamente, gravíssimas heresias, quantidade de freiras bruxas, etc. etc. A um Concílio pastoral, remédios pastorais. É tão óbvio que até arde.


Se há um verdadeiro espírito do Concílio, aquele que o fez ser reunido em busca de melhores soluções pastorais para a guia dos fiéis rumo à vida eterna, é esse mesmo espírito que exige, como tem pregado com ênfase o papa Bento XVI, o fim dos escândalos e extrapolações pastorais de toda ordem que se seguiram ao encerramento do Concílio e a retomada urgente do fio da Tradição católica que faz da Igreja una, tanto no espaço como no tempo.

Um comentário:

  1. SUA SANTIDADE BENTO XVI: O GRANDE DESMISTIFICADOR DE FARSAS DA "DITADURA DO RELATIVISMO"!
    A 05/12/09 um grupo de bispos do Sul do Brasil, à época em visita “ad limina” ao S Padre Bento XVI, em sua exortação pastoral a eles citou quanto à periculosidade da Teologia da Libertação infestando dioceses no Brasil, ainda em plena vigencia, usando de termos nada diplomáticos, fugindo aos termos usuais, classificando-a de “rebelião, divisão, dissensão, ofensa, anarquia”, e que de igual forma redundava em “grande sofrimento e grave perda de forças vivas”.
    E ainda: “É verdade que desde as origens, mais acentuadamente, porém, nestes últimos anos, o pensamento marxista se diversificou, dando origem a diversas correntes que divergem consideravelmente entre si. Na medida, porém, em que se mantêm verdadeiramente marxistas, estas correntes continuam a estar vinculadas a certo número de teses fundamentais que não são compatíveis com a concepção cristã do homem e da sociedade”. (Libertatis Nuntius), daí derrubando as falsas teorias comunistas de igualitarismo e fraternidade entre pessoas e povos.
    Sabemos que a Teologia da Libertação é disseminadora do MARXISMO CULTURAL, a doutrina da Igreja socializada, relativizada, subvertida em ideologia marxista nos laboratorios de engenharia social, sendo intimamente vinculada ao PT como parceira em doutrinamentos, apoios e ações, como no recente congresso na UNISINOS-RS, sendo agentes comunistas sob aparencias de sacerdotes católicos, atuando em muitas paroquias, CEBs, CIMIs, CPTs, em acampamentos do MST…
    Também, em sua ida a Erfurt, antiga Alemanha Oriental comunista, o S Padre Bento XVI classificou o nazismo, fascismo e comunismo de “chuvas ácidas”; ao nazismo e fascismo chamou-os de “peste negra” e ao comunismo de “peste vermelha”.
    Aplicam-se as condenações de igual forma aos apoiadores do marxismo, como eleitores, membros e militantes, sendo o acima apenas algumas de suas ações.
    Doutra forma, mas rejeitados pelo S Padre foram os grupos RCCs "auês", os dissensos às rígidas normas da Igreja a eles destinadas; pior: falsos católicos, mas cismáticos, praticantes do pentecostalismo protestante!

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