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terça-feira, 24 de julho de 2012

Nova edição da lorota das armas químicas, agora em versão síria

Capela de São Paulo Apóstolo, em Damasco

Passando em frente  a uma banca, leio na manchete do Globo que o governo sírio está usando armas químicas na luta contra as forças do bem, patrocinadas por Langley, Bruxelas e Tel-Aviv, que procuram derrubar o regime sírio.


Mais um bom exemplo do desprezo supremo que a máfia sente pela humanidade em geral. Não se dão nem mais ao trabalho de inventar mentiras novas, usam as mesmas lorotas surradas de antes. Sabem que as massas bestializadas pela lavagem cerebral midiática aceitam qualquer coisa. Foi sob o álibi dessa mesma história de armas químicas que as tropas mafiosas invadiram o Iraque, mataram milhões de pessoas e trouxeram de volta para o século XVIII o que era um próspero produtor de petróleo. Ad majorem satanae gloriam.


Pouco importa que os porta-vozes da Igreja alertem contra o caráter artificial e sanguinolento do movimento rebelde na Síria, que tem como um dos principais vetores - guess who? - a folclórica Al Qaeda da versão oficial de 11 de setembro. Incrível a coincidência. Tudo o que essa tal de  Al Qaeda faz acaba sempre coincidindo com os planos da máfia. Que coisa!

Mas talvez o mais exasperante nisso tudo seja ler os comentaristas "conservadores" aqui do Brasil que apoiam a ofensiva contra a Síria, sem ver que o que está em jogo nessas carnificinas do Oriente Médio é nada menos do que o futuro DO CRISTIANISMO e da civilização as we know it.

É o preço da ignorância.

Estudem mais, meus amigos, leiam mais!

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