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terça-feira, 17 de julho de 2012

A mídia e a demonização do Islã


Seria ridículo se não fosse trágico.
Depois da iraniana que seria apedrejada por ter cometido adultério - na verdade, uma assassina condenada à forca por ter eletrocutado o marido com requintes de crueldade - e do pastor protestante condenado á morte por ter-se convertido ao cristianismo - na verdade, um agente preso por espionagem no Irã - agora temos a aldeia muçulmana que proíbe o casamento por amor. Em nome do Alcorão!
É o que se lê nessa reportagem do Uol.
Seria realmente ridículo se não fosse criminoso.
O que está por trás dessas notícias falsas é um plano deliberado de destruição pelas bombas dos regimes muçulmanos que se opõem aos planos hegemônicos da máfia mundialista. Essas notícias acendem o pavio das bombas criando uma histeria antiislâmica nas massas ignorantes e manipuladas.
Esses planos já provocaram a morte de milhões de iraquianos com base em falsas acusações sobre armas químicas, trouxeram de volta à selva aquele que era o país africano com mais alta qualidade de vida, a Líbia, e agora vem infiltrando terroristas na Síria para provocar uma nova guerra que trará a Síria, aí sim, de volta à Idade Média, ou até a tempos mais remotos, já que a Idade Média síria foi brilhante. Tudo isso à espera de um ataque nuclear ao Irã, no que será provavelmente a maior carnificina da história da humanidade.
É assim que a mérdia manipula e bestializa as massas.
Em nome do Mal.

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