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sexta-feira, 1 de junho de 2012

A proteção da Fé e o diálogo inter-religioso




Quem conhece um pouco de história e sabe até onde as coisas podem chegar quando azedam as relações entre as religiões, como no caso da Guerra dos 30 anos, jamais poderá ser contra o bom entendimento entre elas. O diálogo é sempre melhor do que os canhões. A aproximação, porém, não deve deixar de ser acompanhada pela clara consciência dos perigos para a Fé a que tal contato pode expor os fiéis desavisados. Pois religiões há que em boa medida pregam o oposto do Cristianismo. Como incentivar tal diálogo sem ao mesmo tempo alertar para os riscos por elas representado?

Tais precauções, porém, muito raramente são tomadas. Ou será que alguém já ouviu falar em algum bispo pós-conciliar que alertasse os fiéis para esse tipo de perigo, pelo menos até bem pouco tempo atrás? São sempre palavras de incentivo ao ecumenismo. Quanto aos riscos de confusão e deturpação implícitos nesse tipo de encontro, nada. Silêncio absoluto.

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