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terça-feira, 12 de junho de 2012

Grandes avacalhadores: Hans Küng


Agora que melhores ventos parecem soprar sobre a barca de Pedro e começamos a ganhar certa distância da "selva oscura" da Grande Avacalhação pós-conciliar, podemos distinguir com maior clareza os contornos grotescos da enorme deturpação da mensagem cristã de que a Igreja foi vítima. Já é óbvio para todos o que tinham de risível  certas intervenções de pomposos teólogos chapa-branca do pós-Concílio.

É o caso deste impagável texto de Hans Küng, em que esse "pensador" enumera o que há de mais "fundamental" e "urgente" no Cristianismo:

"Que todos os cristãos  e igrejas cristãs na prática devem lutar: pelos direitos do homem e especialmente pela liberdade religiosa (no Ocidente como no Oriente), contra a injustiça econômica, social e racial, contra o analfabetismo, o alcoolismo, as drogas a a fome em geral, pelo Terceiro Mundo, pela compreensão internacional, pelo controle das armas, pela paz em todas as nações, pela ajuda médica, social e caritativa nos mais diversos setores; para auxiliar os homens em necessidades especiais e catástrofes naturais" (Hans Küng, O que deve permanecer na Igreja, Vozes, 1976, p 19-20).

É difícil acreditar que essa grotesca redução da mensagem do Logos encarnado a um aguado programa político meio maçônico, meio "jovem guarda" e meio muzarela tenha um dia gozado de prestígio dentro da Igreja.


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