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quarta-feira, 11 de abril de 2012

O aborto e a maçonaria

Marco Aurélio de Mello

Como se sabe, hoje à noite vai ter festa nas lojas maçônicas. Finalmente vão poder assassinar bebês à vontade, sem que a Constituição Brasileira, essa estraga-prazeres, possa cortar o barato vampirista dos irmãos e de suas "namoradinhas" como diria o Cabral, o Boçal , governador do Rio de Janeiro.

A participação das lojas em mais esse crime contra humanidade é mais do que clara.

Tomemos como exemplo o voto de Marco Aurélio de Mello. Ostentando para quem quiser vez seu analfabetismo, confundiu anencefalia com morte cerebral para pontificar ridiculamente que o anencéfalo está morto. Se estão mortos aqueles que têm o tronco cerebral incólume, como boa parte dos anencéfalos, então a ampla maioria dos animais está morta também.

Trata-se de afirmação tão burra e estapafúrdia que é de suspeitar que o mesmo ministro sofra de alguma forma de anencefalia, senão neurológica pelo menos moral e intelectual.

Quanto ao passado do Ministro, vale lembrar o caso do Escândalo da Maçonaria, no Mato Grosso, quando um caso grosseiro de corrupção envolvendo os irmãos iria passar incólume, por ter aquela triste organização secreta loteado todas as instâncias superiores do judiciário naquele Estado. Graças ao zelo do corregedor Orlando Perri, porém, que conseguiu levar o caso ao CNJ, os culpados foram exemplarmente punidos - caso raríssimo neste país.

O que aconteceu depois disso?

Na primeira oportunidade, por decisão do mesmo energúmeno Marco Antonio de Mello, os poderes do CNJ foram drasticamente limitados, impedindo que possa investigar os juízes deste país.

Que beleza!

É isso aí. Com a maçonaria deitando e rolando não só aqui, mas em quase todo o Ocidente, não é à toa que este planeta esteja à deriva.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

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