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quinta-feira, 1 de março de 2012

Filósofa de Oxford defende o direito de matar recém-nascidos


Francesca Minerva, filósofa oxoniana, acaba de publicar um artigo no conceituado Journal of Medical Ethics em que defende o direito de matar recém-nascidos, mesmo saudáveis, se a mãe não desejar criá-los. Ler a notícia em inglês aqui.

O argumento apresentado pela "filósofa" baseia-se na ideia de que pouca diferença há entre um feto e um bebê. Ora, se o aborto é permitido, então se deve também permitir o assassinato de crianças já fora do útero da mãe.

A ideia vem rapidamente ganhando adeptos nos altos escalões do vampirismo e do feminismo, como mostra o caso, já comentado neste blog,  da garota canadense que matou o filho,o cortou em pedaços e o jogou no jardim do vizinho. Uma juíza feminista usou o mesmo  argumento de Francesca Minerva para absolver a garota do assassinato do filho, o que não a salvou de ser condenada por ter sujado o jardim do vizinho com o cadáver do filho. 

Matar criança pode, sujar o jardim do vizinho, não.

Eis o império de Satã.

Isso tudo mostra claramente os perigos da legalização do aborto. Uma vez aberta a porta para o Mal, rapidamente as coisas saem de controle, e onde passa um boi, passa uma boiada.

Logo logo vai ter gente achando que filósofas, mesmo de Oxford, e juízas, mesmo canadenses,que defendem a liberação do assassinato de bebês também não estão lá muito distantes dos fetos e, portanto, também podem - e devem - ser assassinadas à vontade.

2 comentários:

  1. Repetindo as suas próprias sábias e profundas palavras que amenizam a ansiedade:

    "..só Deus pode contar a história inteira.

    Enquanto não a conhecemos, o mal será sempre apenas uma hipótese."

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    Respostas
    1. Obrigado, Tula. Essa é mesmo a nossa esperança.

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