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sábado, 31 de março de 2012

Bendita arte gótica


A arte gótica escapa duplamente à famosa maldição de Paul Valéry:

Nas terras da criação, que são também as terras do orgulho,a necessidade de se distinguir é indivisível da existência mesma.

O gótico medieval escapava a ela pelo anonimato do artista, imposto pela fé.
O neogótico, pela franca admissão da cópia, da falta de originalidade, para reter só o belo.
Justamente por isso é o estilo arquitetônico católico par excellence.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Gays contra o casamento gay


O lobby gay, organização anônima que procura de todas as formas manipular a opinião e os poderes públicos para legalizar e até constitucionalizar práticas contrárias às tradições de todas as grandes civilizações e religiões do planeta, autoproclama-se representante da comunidade homossexual dos países onde atua. De onde vem a legitimidade dessa representação? Mistério.

Nunca se ouviu falar em eleições com a participação geral e livre de todos os homossexuais para designar os representantes da comunidade.

Mas o pior é a mordaça que tentam aplicar aos numerosos gays que nada têm a ver com a agenda do lobby. O silêncio da grande mídia, sua incondicional aliada (por que será?), faz crer que os objetivos e valores do lobby são compartilhados pela grande maioria, quando não pela totalidade dos homossexuais. O que está longe de ser o caso.

Muito ao contrário. É o que mostra esta reportagem do Taki's Magazine, em que encontramos, opiniões sistematicamente censuradas na grande imprensa, como, por exemplo, esta do escritor gay Richard Waghorne:
Grande número de pesquisas demonstram que o casamento entre um homem e uma mulher proporciona às crianças as melhores oportunidades na vida, que as crianças criadas em casamentos estáveis são os que apresentam melhores resultados em bom número de aspectos.


 Em inglês. Enjoy.

Decadência europeia: a duquesa e o aborto


Sophie de La Rochefoucauld soutient le Front de... por PlaceauPeuple

No vídeo acima, Sophie de la Rochefoucauld, atriz francesa, pertencente a uma das mais nobres famílias europeias, descendente direta dos duques de La Rochefoucauld, aparece fazendo propaganda para o boçal Jean-Luc Mélenchon, candidato maçom de "esquerda" nas próximas eleições presidenciais francesas. Seu maior motivo? Ela quer inscrever na Constituição francesa o "direito" ao aborto. Não basta legalizar o crime, é preciso constitucionalizar o infanticídio. O próximo passo é a canonização das mães que assassinam os filhos ainda no útero, ou fora dele, como defendem algumas feministas mais avançadas... Tudo com direito a missa negra solene, com sacrifício ritual  de bebês etc.
O que diria disso o velho e genial duque de La Rochefoucauld, o grande moralista? Nunca saberemos. Uma máxima ferina e mortal para sempre perdida. Dommage.
Diante desse tipo de depoimento, não é de espantar a degringolada política, cultural, moral e até econômica daquela que foi a filha mais velha da Igreja.
Pauvre France.

domingo, 25 de março de 2012

Darwinismo como metafísica banal e hipócrita


Supondo que soubéssemos que Deus existe, que utilidade teórica poderia ainda ter o darwinismo?
Muito pouca ou nenhuma.
O que prova que toda essa pomposa retórica "científica" do darwinismo não passa de maquiagem para esconder uma velha e banal tese metafísica, a do materialismo ateu, de que é o parasita.

Geocentrismo, heliocentrismo: que gira ao redor de quê?


Full Circle from Callum Cooper on Vimeo.



Pular corda do ponto de vista da corda.

sábado, 24 de março de 2012

Literatura e cinema


A maior parte dos romances de hoje são cartas de pedido de emprego endereçadas aos tubarões de Hollywood, que felizmente mandam suas secretárias rasgá-las antes de ler.

A usurpação científica


Pelas vicissitudes da história europeia, no século XVIII a ciência natural foi elevada à condição de soberana dos saberes. Como sua área de competência se restringe à matematização da experiência sensível, ela nada tinha a dizer sobre os mais graves problemas que afligem a humanidade, todos eles muito além dos limites dos seus laboratórios e de seus cálculos.
Para não perder a majestade, valeu-se de seus poderes para proibir que tais problemas fossem colocados. Ai de quem dissesse que o  rei estava nu!
Decretou por meio de seus lacaios nos departamentos de filosofia que a metafísica e sobretudo a teologia estavam mortas. Quem se dedicasse a elas estaria eo ipso excomungado da comunidade pensante.
Era pior do que se, nomeado um sapateiro ministro da cultura, ele proibisse a física quântica por ultrapassar os seus conhecimentos. Pior, pois se a proibição da mecânica quântica seria péssima por seus efeitos, a desqualificação da metafísica é desastrosa de imediato, por si mesma.
Foi o que aconteceu. Despedida a metafísica, a ciência passou a reinar sobre o que não sabia, e o caos se instaurou incólume na república das letras.
Os resultados dessa usurpação estão aí para quem tiver olhos para ver.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Jesus Cristo é o Senhor


Jesus Cristo é o Senhor, eis o que é preciso entender. Senhor, aquele a quem pertencemos e obedecemos.
Não é possível servir a dois senhores. Converter-se é reconhecer em Cristo a soberania que têm no mundo o sexo e o dinheiro.

domingo, 18 de março de 2012

Música sacra, rock, racismo e animismo

Frei Bonizzi, sacerdote italiano adepto do Heavy Metal, 
gênero musical intimamente ligado ao satanismo

É triste ver que, mesmo repetidamente advertidos pelo Magistério, muitos padres até de boa vontade ainda não se deram conta de que o rock e a música pop em geral não se prestam ao culto católico. E isso não acidentalmente, mas por essência. A música pop é de natureza sensual, e o sensualismo é a antítese mesma da espiritualidade católica.

Uma rápida observação da história da música religiosa em suas relações com a sensualidade e a espiritualidade já basta para confirmar esta tese. Ouçamos a música sacra medieval e renascentista e veremos quão longe ela estava de qualquer sombra de sensualidade. Ouçamos a música, mesmo profana, que se faz num país ainda não conquistado pela "revolução sexual", como o Irã, e logo ficaremos impressionados com sua castidade.

Inversamente, se formos buscar a origem do  rock e do pop em geral vamos nos deparar com as religiões animistas da África, com sua sensualidade exacerbada. O rock é o filho bastardo das práticas rituais animistas e da decadência espiritual do Ocidente.

Não passa de um mito a ideia de que os negros sejam naturalmente mais sensuais e sua música exprima essa sensualidade biológica. Isso é literalmente racismo, uma tentativa de explicar a história por determinismo racial e biológico. Os ritmos sensuais do rock não vêm do DNA dos afrodescendentes, mas de seu background religioso animista, somado, mais recentemente, à exploração do mito do negro sexualmente livre pelos grupelhos de sempre, interessados em manipular as massa no sentido da destruição do cristianismo.

Aliás, essa tese, além de racista, é um insulto a um sem-número de religiosos e religiosas de ascendência africana, e de fé tão fervorosa como a de Santo Antão. O que pode ser confirmado pelo exame da frequência à missa em nossas igrejas. A maior parte dos que assistem à Eucaristia é composta por afrodescentes. O que prova o absurdo do mito.

Quem quiser saber mais sobre isso leia o clássico Libido Dominandi de E. Michael Jones, onde ele conta em pormenor a história da música pop americana e o programa político-ideológico-religioso que está por trás dela.

Aliás, basta um rápido olhar pela lista de mais vendidos do pop internacional para ver que a ligação entre satanismo e rock é das mais íntimas.

Assim, não basta pegar um rockinho de gafieira e socar nele uma letra que fale de "unção" e de "Senhor Jesus". Isso só serve para confundir as bolas e piorar a situação. Que os pentecostais se entreguem a essa música que chamam por ironia de Gospel, vá lá. Eles não têm história, não têm magistério nem são cristãos a não ser de nome. Mas nós católicos... tenha dó!

Show de gozação contra a Eucaristia patrocinado pela Vivo- Assine a petição contra


Está marcado para dia 24 deste mês, em plena Quaresma e a apenas duas semanas da festa maior do Cristianismo, um espetáculo blasfemo no Rio de Janeiro: o show M.I.S.S.A. (Movimento dos interessados em sacudir suas almas), com DJs vestidos de padre e recepcionistas de freira e avacalhação generalizada de símbolos da Fé cristã.

Assine aqui a petição contra a realização do evento blasfemo e em defesa do respeito à religião, garantido pela Constituição.

Entre os patrocinadores do evento, nada menos do que a Vivo.

Ainda bem que já não uso essa operadora faz tempo. E todos os católicos devem fazer o mesmo.

Não apoiem empresas que financiam a blasfêmia. Use a portabilidade e caia fora da Vivo.

Passem adiante.


Manipulando a terra, a lua, o sol e as galáxias


Se fosse preciso escolher um só termo para definir a história cultural dos últimos cem anos, a palavra seria manipulação.

Tendo, por um lado, a constatação cotidiana dessa manipulação em todos os níveis, a começar pela universidade, e, por outro, novos dados científicos e uma leitura tradicional do dogma, Robert Sungenis não hesitou em tomar armas e partir para o mais generoso combate pelo bem desde Dom Alonso Quijano.

O inimigo é nada menos do que o princípio copernicano, núcleo duro do establishment acadêmico mundial, com seus tentáculos políticos, mediáticos e financeiros.

Sozinho contra o Mundo, mas com Deus ao seu lado.

Que a Santa Mãe de Deus o proteja e guarde.


terça-feira, 13 de março de 2012

Depoimento de psicoterapeuta acerca de rituais satânicos



Depoimento do psicoterapeuta Pierre Antoine Cotnareanu acerca de uma paciente canadense, pertencente a uma família praticante do satanismo há várias gerações. Seu corpo servia como altar onde eram sacrificadas crianças e bebês em meio a orgias sexuais.

Cotnareanu não conseguiu aguentar a barra da paciente, em razão da violência da história, e teve de encaminhá-la a um colega especialista em casos como esse (!!!). Ou seja, esse tipo de coisa é tão frequente no Canadá que já existem psicoterapeutas especializados para atender a vasta clientela.

Pobre Canadá.

Em francês com legendas em espanhol.


Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

Definição de chat na Internet


Uma montanha de bobagens cercada de esperma por todos os lados.

domingo, 11 de março de 2012

Surpreendente: É possível defender cientificamente o geocentrismo

Dr. Robert Sungenis

Se você pensa que a defesa do geocentrismo é coisa de analfabetos fanatizados, está muito enganado. É possível fazer uma defesa cientificamente coerente da hipótese da posição central da terra no universo com argumentos tirados do que há de melhor na física atual.

É o que pretende demonstrar Robert Sungenis, autor de uma tese de doutorado sobre o assunto, editada em 2 volumes com o título Galileo was wrong, the Church was right, e também de um website com o mesmo título.

O dr. Sungenis nasceu em uma família católica, mas se converteu ao protestantismo aos 19 anos de idade. Anos mais tarde, voltou à Igreja,  e desde então tem se destacado como um dos mais fortes apologetas da fé católica. Seus anos no protestantismo lhe deram um conhecimento fenomenal da Bíblia, o que, somado a uma profunda erudição no que se refere à doutrina católica, faz com que se torne praticamente invencível no debate contra os inimigos da Igreja. É possível assistir no Youtube a alguns de seus debates contra pastores evangélicos, verdadeiras brincadeiras de gato e rato onde o dr. Sungenis faz o que quer com os adversários.

A argumentação do dr. Sungenis em sua defesa do geocentrismo é técnica demais e está muito além do alcance de minha pobre ignorância na matéria. Mas basta ver a confusão em que ele  deixa os acadêmicos com quem debate para notar que sua tese está longe de ser ingênua. Para quem lê inglês, aqui vai uma breve  panorâmica das suas ideias a respeito do assunto.

À defesa científica da tese da posição central da terra no universo o dr. Sungenis soma uma defesa teológica do geocentrismo que, esta sim, posso avaliar. E digo que ela me impressionou. A força de sua argumentação pode ser avaliada nesta discussão com um padre liberal acerca da leitura literal da Bíblia. Sungenis passa como um trator por sobre a aguada hermenêutica do sacerdote. Dá até pena.

Embora a tese predominante, que sugere uma leitura simbólica do Gênesis, ainda me pareça deva ser a primeira escolha do católico, não deixa de ser uma boa surpresa saber que existe de novo hoje uma alternativa literalista a ela.

Se a ideia vai vingar, só Deus sabe, mas é impossível negar a coragem na fé e o brilho desse intelectual que nada contra a corrente para maior glória de Deus. Se a Igreja contasse com mais gente como o dr. Sungenis, o panorama religioso do mundo certamente não seria tão desolador.

sábado, 10 de março de 2012

Ateísmo e burrice


Os ateus que me perdoem, mas não pode estar muito longe da burrice desejar, sem razões decisivas, trocar um mundo regido pela suma inteligência por outro onde reina o mero acaso, suprema burrice.

PS: Pedimos aos adolescentes que pretendem "refutar" a Deus em nome das ciências (das ciências, meu Deus, das ciências!) ou do direito à sodomia passiva ou de outros argumentos igualmente primitivos, que nos enviem suas perguntas já devidamente deletadas, para nos pouparem esse trabalho. Obrigado.

Quem manda


O problema não é que uns mandem e outros sejam mandados. O problema é quando os mandantes odeiam os mandados.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Deus, o um e o múltiplo.


Esta vida talvez não seja senão a luta do um que somos contra o múltiplo deste baixo mundo, para voltarmos ao Um trino que nos criou.

quinta-feira, 8 de março de 2012

A carta roubada e a Eucaristia


Deus oculto se oculta na presença excessiva da Eucaristia. Oculta-se por demasiado manifesto, como a carta roubada de Poe.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Deus oculto e vontade de potência dissimulada

Duino

Estranho que a vontade de potência nietzschiana, essa força afirmativa e soberana que subjaz a todo o real, se manifeste como dissimulação, ocultamento.

É difícil imaginar porque tal soberania escolheria o disfarce.

A menos que, como o Mal, seja apenas o mico de Deus.

Pois Deus também se oculta, mas por amor, para não nos destruir com Sua presença maior, como notou Rilke em Duino.

sábado, 3 de março de 2012

Bach: Actus Tragicus ou a música dos anjos

Cantata Actus Tragicus, de Bach, composta por ocasião da morte da filha de um amigo, ainda criança.
A sonatina inicial é sem dúvida uma das músicas mais inspiradas de todos os tempos.
Vídeo com partitura rolante.



Disponível no Youtube uma magnífica versão de Tom Koopman da mesma cantata, que não pode ser exibida no blog por motivos de copyright, mas pode ser vista aqui.
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Enjoy.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Filósofa de Oxford defende o direito de matar recém-nascidos


Francesca Minerva, filósofa oxoniana, acaba de publicar um artigo no conceituado Journal of Medical Ethics em que defende o direito de matar recém-nascidos, mesmo saudáveis, se a mãe não desejar criá-los. Ler a notícia em inglês aqui.

O argumento apresentado pela "filósofa" baseia-se na ideia de que pouca diferença há entre um feto e um bebê. Ora, se o aborto é permitido, então se deve também permitir o assassinato de crianças já fora do útero da mãe.

A ideia vem rapidamente ganhando adeptos nos altos escalões do vampirismo e do feminismo, como mostra o caso, já comentado neste blog,  da garota canadense que matou o filho,o cortou em pedaços e o jogou no jardim do vizinho. Uma juíza feminista usou o mesmo  argumento de Francesca Minerva para absolver a garota do assassinato do filho, o que não a salvou de ser condenada por ter sujado o jardim do vizinho com o cadáver do filho. 

Matar criança pode, sujar o jardim do vizinho, não.

Eis o império de Satã.

Isso tudo mostra claramente os perigos da legalização do aborto. Uma vez aberta a porta para o Mal, rapidamente as coisas saem de controle, e onde passa um boi, passa uma boiada.

Logo logo vai ter gente achando que filósofas, mesmo de Oxford, e juízas, mesmo canadenses,que defendem a liberação do assassinato de bebês também não estão lá muito distantes dos fetos e, portanto, também podem - e devem - ser assassinadas à vontade.