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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Cristo e a elite do mundo


Para não deixar nenhuma dúvida sobre a radicalidade da oposição entre Cristo e o mundo, o Verbo escolheu ser condenado não por algum tiranete secundário e decadente, mas pelas duas instâncias mais altas da época: o Império Romano, o poder político clássico por excelência, na pessoa de seu procurador na Judeia, Pôncio Pilatos; e os sucessores de Aarão no sacerdócio do Deus de Abraão, Isaac e Jacó, reunidos no Sinédrio.
A condenação de Jesus não foi engano, lapso, mal-entendido, como alguns documentos publicados sob João Paulo II parecem sugerir.
É total a incompatibilidade entre Cristo e o mundo. Cristo é crucificado entre os dois pináculos do mundo, a Antiguidade Clássica e o Povo eleito de Deus.

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