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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Nova Constituição húngara abre espaço para a proibição do aborto

Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria

Finalmente uma notícia um pouco menos abjeta no âmbito da política internacional.
Entrou em vigor esta segunda-feira a nova Constituição da Hungria. Em meio aos apupos da máfia que domina o planeta pela bestialização sexual e imbecilização audiovisual, a nova Constituição reconhece que a vida começa com a concepção e, ó horror,  ainda faz em seu texto menção expressa a Deus: "que Deus proteja a Hungria." Pecado mortal para os cultores satânicos da nova ordem mundial.
Tal blasfêmia contra o príncipe deste mundo tem valido ao chefe do governo húngaro, Viktor Orban, a acusação de fascista. Claro, isso de reconhecer que o feto é um ser vivo pode ameaçar a carnificina das criancinhas por nascer, que faz anualmente 250 mil vítimas só na Hungria! E sem o aborto, com que vão divertir-se as nossas queridas feministas húngaras?
Não, isso é intolerável! Assim que os boys concluírem o trabalho na Líbia e no Irã, têm o dever MORAL de varrer do mapa também a Hungria, como punição por essa nauseabunda nova constituição.

Neste ritmo, daqui a pouco andar sobre as duas pernas e comer com garfo e faca valerá uma condenação à morte por crime contra a humanidade.

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