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domingo, 29 de janeiro de 2012

A infinidade dos universos descarta o ateísmo



Cientistas ateus recorreram a um curioso expediente para tentar fugir às consequências da sintonia fina do universo, tão funestas para suas convicções. Multiplicaram ao infinito o número de universos existentes. Esperavam com isso evitar a volta triunfal do argumento a posteriori, biblicamente estabelecido por Paulo.
Mas o tiro sai pela culatra, como veremos. E a primeira vítima é o ateísmo.

Num mundo de infinitos universos, todo possível se torna real.
Ou seja, num mundo de infinitos universos, o argumento ontológico vale: basta que a ideia de Deus não seja autocontraditória - o que Leibniz provou não ser - para que Deus exista.

Tentando fugir do argumento a posteriori, os incautos cientistas acabaram caindo no caldeirão do argumento a priori.

Além disso, já a primeira ideia era, além de intelectualmente desonesta, bem burrinha. Pois para evitar que as maravilhas do Universo apontassem para um Criador inteligente, os cientistas ateus resolveram multiplicar por infinito essas mesmas maravilhas. O que não poderia deixar de ser para maior Glória de Deus: em vez de criador de uma só maravilha, passou a ser o criador de infinitas maravilhas.

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