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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Paul Davies, a sintonia fina do Universo e Santo Agostinho



Lendo o livro de Paul Davies, Cosmic Jackpot - Why our Universe is Just Right for Life, muito interessante, apesar da inevitável ignorância teológica e filosófica do autor. É uma espécie de maldição que acompanha como uma sombra a arrogância dos profissionais da soi-disant "ciência". Já dizia Garrigou-Lagrange que um livro de filosofia assinado por cientista é garantia quase certa de um festival de bobagens. De lá para cá, as coisas só pioraram.

Em seu livro, o famoso físico britânico trata do problema da sintonia fina do Universo, que se presta, contra toda probabilidade, a carregar vida em seu seio. Problema que tem dado muita dor de cabeça aos energúmenos do evolucionismo e até trazido de volta à luz muitas  velhas almas perdidas antes perdidas no anticristianismo.

O interessante é que na hora H, para explicar um dos problemas mais importantes da teoria do Big Bang, o autor tem de recorrer, não a Kant, Hegel, Marx, Nietzsche ou algum boçal do positivismo lógico, mas... ao velho e bom Santo Agostinho.

O dia em que um físico recorrer enfim a Santo Tomás para explicar os resultados de suas teorias, a ciência estará perto do seu acabamento.

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