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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Oslo e o terrorismo maçônico-neoconservador: atacado e varejo

Ataque terrorista neoconservador/maçônico contra civis em Bagdá
É notório que os filhos da viúva - a maçonaria - vêm há séculos dedicando-se ao terrorismo. A própria palavra "terrorismo" tem origem no período mais sanguinário da Revolução Francesa, o Terror, onde o sangrento delírio maçônico chegou a extremos, com sacrifícios de sangue diários ao Grande Arquiteto do Universo no altar da guilhotina. Um olhar mais atento revelaria no grande terrorismo, pelo menos nos últimos tempos, uma quase exclusividade maçônica, arranhada apenas aqui e ali pelo grosseiro diletantismo islâmico.

Portanto, não seria de estranhar o massacre provocado pelo débil mental de Oslo. Só mais um morticínio maçônico contra o perigo do "fundamentalismo islâmico", que viria a se somar aos milhões de civis inocentes assassinados no Iraque, no Afeganistão e na Palestina. Nada de novo sob o sol.

A única diferença é que desta vez a imbecilidade sanguinária saiu do terrorismo de atacado para entrar no varejo. Em vez de se valer de exércitos completos de tapados matando milhões em seu nome, a viúva agora se vale de debiloides isolados, como Anders Breivik, para matar apenas algumas míseras dezenas de pessoas. Mixaria! Reflexo da crise do dólar e do excesso de corrupção nos mercados financeiros hiper-maçônicos? O fato é que em vez do luxo industrial das bombas atômicas, dos grandes porta-aviões repletos de caças supersônicos, dos bombardeios de napalm e de fósforo, agora o terrorismo neoconservador se vê reduzido a usar bombas fabricadas com fertilizantes, como as usadas em Oslo: literalmente, bombas de merda.

É o ciclo normal das sociedades estercorárias: o que da merda nasce, à merda retorna.

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