Pesquisar este blog

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O repouso eterno de Deus, a Criação e o Domingo


"Pela obra dos seis dias, Deus por assim dizer sai de Si mesmo e de seu repouso eterno para Se tornar visível. Ao cessar de produzir novas criaturas, Ele voltou ao seu repouso eterno e à contemplação das suas perfeições infinitas, e com isso Se tornou de novo invisível para nós. Em memória do glorioso repouso de que goza na posse de uma felicidade inefável e sem limites, quis que o sétimo dia da semana fosse consagrado a seu culto; que tal dia fosse para o homem um dia de repouso, empregado em sacrifícios, em louvores, em adoração."
(Alban Butler, Traité des fêtes mobiles, trad. francesa Paris, Gauthier, 1835, p. 3)

Nenhum comentário:

Postar um comentário