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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Max Weber, o conceito calvinista de Graça e o capitalismo


Só mesmo a abissal ignorância sobre temas teológicos nos departamentos de Ciências Humanas das universidades para explicar o prestígio de uma ideia de jerico, como a tese de Max Weber sobre a influência determinante da concepção calvinista da Graça na origem do capitalismo ocidental.

Justamente um dos mais espinhosos conceitos teológicos, cujo caráter intratável obrigou Roma a proibir que as discussões sobre ele prosseguissem, para a paz na Igreja!

Como derivar um movimento populär a mais não poder como o capitalismo do supra sumo do refinamento teológico?

É pior do que atribuir a crise financeira de 2008 à recente solução do teorema de Fermat.

Não é à toa que o obtuso Mangabeira Unger, teólogo da Igreja Universal do Reino de Deus, tanto se entusiasme com essa ideia. Como dizia um ex-insider que sabe das coisas, se perguntarem a um bispo daquela instituição financeira qual vem antes na Bíblia, o Antigo ou o Novo Testamento, a resposta vai demorar, mas provavelmente será correta.

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