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sábado, 25 de junho de 2011

Dados do movimento gay mostram que só 0,18% dos assassinatos ocorridos no Brasil têm vítimas homossexuais

Um grupo gay do Nordeste (GGB) publicou algum tempo atrás um relatório em que afirma terem ocorrido 198 assassinatos de homossexuais no Brasil em 2009. Tal pesquisa "científica" se baseia em recortes da revistas e jornais. Recentemente, essa pesquisa foi citada e endossada pela senadora Marta "Aborto" Suplicy em apoio à lei de criminalização da homofobia (na verdade, lei de criminalização do Cristianismo.) Ela provaria que estaria havendo uma sanguinária onda homofóbica no Brasil.

Ora, sabendo-se que no Brasil ocorreram 108 mil assassinatos no mesmo ano de 2009, não é difícil concluir que os gays são neste país um grupo privilegiado que, longe de ser alvo de violência, é tratado com luvas de pelica pela população brasileira., pois a porcentagem de gays entre os assassinados é de apenas 0,18%. Ou seja, 99% das vítimas de assassinato no Brasil são heterossexuais.

 Se, segundo os próprios gays, há 18 milhões de homossexuais no Brasil, ou seja, cerca de 10% da população, a desproporção entre a porcentagem de gays na população e a porcentagem de gays assassinados, (desproporção de mais de 50 vezes: 1,8%!!) demonstra de maneira insofismável que não há homofobia no Brasil, e que se há um grupo perseguido no país, é justamente o dos heterossexuais, que veem sua liberdade de expressão ameaçada pela política nazista dos grupos que se autoproclamam, de forma completamente antidemocrática e não transparente, porta-vozes de todos os homossexuais. Mas com que legitimidade?

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