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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Catolicismo conservador? Mas conservar o quê?


Não entendo o que possa ser um catolicismo conservador. Para mim, pelo menos a partir do século XIV, isso é uma contradictio in adjecto.


Se é infinita a maravilha da Eucaristia, sacrifício de amor de Deus a Deus que se representa a cada dia em cada igrejinha de subúrbio em todo o planeta, só há uma única coisa igualmente espantosa: a indiferença com que o ato divino é recebido pelo homem, justamente por ele, a razão desse sacrifício de salvação.

Nessas condições, fica a pergunta: de um tempo que recebe assim a Eucaristia, a Igreja pode querer conservar o quê?

2 comentários:

  1. As pessoas podiam começar parando de bater palmas na Santa Missa. Nossa Senhora bateu palmas quando Jesus estava na Cruz? A MISSA É SACRIFICO NÃO FESTA, basta ver as missas do Santo Padre o Papa Bento XVI

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  2. O problema é que os conservadores não são suficientemente respeitosos da Tradição. Grupos politicamente conservadores, como a RCC, têm missas com dancinhas e palmas. Capito?

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