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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Obama: além de assassino e falsário, blasfemo



Quem tem conhecimentos básicos de história geral e QI positivo sabe que vivemos há tempos sob uma criptocracia mundial, com tentáculos em todos os pontos nevrálgicos da sociedade humana, da política às finanças, da força militar e policial ao poder judiciário e à indústria da desinformação, também chamada de grande imprensa.

O que já é notícia má o bastante para tirar o apetite de qualquer pessoa de mente saudável.

Mas o pior é quando os marionetes desse poder oculto, a sua face exotérica, de relações públicas, saem por aí evocando o santo nome de Deus para suas ações criminosas.

É o caso do lamentável garoto propaganda da criptocracia, o boneco de origem não identificada Barack Obama, notório entusiasta do genocídio de criancinhas ainda no útero da mãe.

Após cometer um crime abominável aos olhos do mundo inteiro, mandando assassinar um homem indefeso sem julgamento e depois jogar seu corpo ao mar sem oferecer ao mundo atônito sequer uma foto do cadáver, vem a público para proferir esta arrepiante blasfêmia (cf. o vídeo acima, 8:57 em diante):

"Nós podemos fazer coisas assim não só pela nossa riqueza e poder, mas pelo que somos: uma única nação, sob Deus, indivisível, com justiça e liberdade para todos".

Eis aí um monumental e insuperável exemplo de pecado contra o segundo Mandamento. Peço desculpas aos leitores deste blog por não poder oferecer a cada um de vocês um saquinho antivômito para paliar os inevitáveis efeitos da leitura de tal blasfêmia, mas razões técnicas não nos permitiram fazê-lo.

Fica a pergunta: que deus será esse que abençoa assassinatos covardes e mentirosos?

The answer, my friend, is blowing in the wind...

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