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domingo, 8 de maio de 2011

Figura do mais alto escalão dos serviços de inteligência americanos diz que Bin Laden morreu de síndrome de Marfan há dez anos



Nesta que, se for verdade, é a mais importante entrevista do século, Dr. Steven Pieczenik, médico pertencente ao altíssimo escalão dos serviços de inteligência do governo americano desde os tempos de Carter, declarou dia 3 de maio a Alex Jones, um jornalista independente, ter conhecimento certo de que Osama Bin Laden está morto há dez anos, e que tudo o que estamos lendo nos jornais e vendo na TV não passa de uma imensa farsa. 

Segundo o Dr. Pieczenik, Bin Laden teria morrido de síndrome de Marfan, dez anos atrás. Como colaborador da CIA na luta contra os soviéticos no Afeganistão, Bin Laden teria sido tratado por médicos americanos daquela instituição, e o Dr. Pieczenik teria tido acesso à sua ficha médica.

É uma história realmente cabeluda.

Se o Dr. Pieczenik estiver certo, todo o sistema político americano desaba como um castelo de cartas. Pois se a CIA sabe há dez anos que Bin Laden está morto, então o presidente Bush sabia disso, mas se calou e mentiu. O que é pior, se for verdade, o próprio Obama sabia que Bush mentia ao falar do 11 de setembro, mas também se calou. Isso demonstraria que a rivalidade entre republicanos e democratas seria apenas uma gigantesca farsa para encobrir  a ditadura de forças tenebrosas que estariam por trás de toda a política de guerra americana.

Sinceramente, por mais brilhantes que sejam as credenciais do Dr. Pieczenik e por mais estapafúrdia que seja a versão oficial da morte de Bin Laden, tenho certa dificuldade para acreditar nisso. Seria um segredo grande demais, exposto a pessoas demais, com risco alto demais para algo de tamanha importância.

Com a Internet e a liberdade de expressão que ela permite, o grande público teve acesso a informações nunca dantes disponíveis sobre as seculares máfias que governam o planeta. Essas revelações geraram um clima de suspeita generalizada a respeito de todo tipo de poder. Quando sabemos que os grandes discursos sobre democracia e transparência foram elaborados em organizações secretas e antidemocráticas, a confiança das pessoas cai a zero, porque se sentem traídas.Sem dúvida, essas mesmas organizações secretas cujas atividades reveladas estão na origem dessa paranoia aproveitam-se dela para criar confusão, difundindo as mais ridículas teorias  complotistas e misturando problemas seríssimos, como o domínio da Seita sobre todos os pontos nevrálgicos da política e das finanças ocidentais, com conspirações de discos voadores e que tais.

Uma das tarefas intelectuais mais urgentes dos tempos presentes é a elaboração de uma Crítica da Razão Conspiratória, que permita distinguir kantiana e claramente as regras e os limites das inferências complotistas.

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