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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Criador da imagem de Cristo mergulhado em urina se diz cristão


O mais manjado dos métodos pelo qual a criptocracia vêm há séculos tentando solapar as estruturas da Igreja de Cristo na terra é o da infiltração. Infiltrar para confundir. Infiltrar para avacalhar.

É o caso notório dos grupos de católicas pró-aborto ou dos que defendem uma fé católica gay.

Não é diferente o que ocorre no atual escândalo de Avignon, em que o governo francês em conjunto com a empresa que congrega as marcas Louis Vuitton, Moët e Bulgari, entre muitas outras, vêm patrocinando uma exposição cuja vedete é uma foto de Cristo mergulhado na urina do "artista". O imbecil blasfemo autor da "obra" se diz cristão.

Não vem ao caso citar o nome do boçal. Basta dizer que atualmente ele se dedica à "arte fecal", cujas obras têm como matéria a merda. Ou seja, obras que nasceram na merda e na merda permanecem até o fim. Neste sentido, suas intervenções no terreno do sagrado têm certa coerência e honestidade que falta a nossas católicas pró-aborto ou à liga católica gay. São merda, mesmo, e como tais se apresentam.

De qualquer modo, não se esqueça de assinar a petição contra o patrocínio da blasfêmia pela criptocracia oficial ou empresarial, na França ou em qualquer lugar.

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