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domingo, 20 de março de 2011

O Império do Mal ataca a Líbia: começa a guerra civil na Europa

BHL 

Apavorada pela derrota de seus títeres no Egito e na Tunísia, a organização criminosa que detém o poder no Ocidente resolveu agir e montar pela farsa mais um banho de sangue à la Bagdad, desta vez na Líbia. A ideia é impedir o alastramento das revoltas populares nos países do Norte africano, o que no médio prazo poderia significar a formação de uma poderosa ameaça ao Império naquela região. O plano, então, implica o financiamento e o apoio militar ativo aos separatistas da Cirenaica, historicamente ligados, via sociedades secretas, à rede maçônica mundial, para estabelecer uma cabeça de ponte sionista no Mediterrâneo.

A ideia foi concebida por um dos personagens mais vis da mais do que vil história contemporânea francesa, o bilionário franco-israelense Bernard-Henri Lévy. Trata-se de um ser moralmente disforme, composto de uma mistura inefável de mediocridade, pomposidade, mitomania, má-fé e alta corrupção. É também ele que está por trás do caso da suposta lapidação da iraniana adúltera, na verdade uma assassina confessa, que matou o marido com requintes de crueldade, em cumplicidade com o amante, e que nunca esteve ameaçada de lapidação.

Como no caso da iraniana, a campanha mediática de desinformação foi imediata. A versão oficial é que o ditador líbio estaria bombardeando populações civis indefesas, que saíam às ruas pacificamente para protestar por mais liberdade.  Logo em seguida, porém, no mesmo noticiário, informava-se que um caça Mig da aviação rebelde (!) havia sido abatido pelo  fogo amigo das baterias antiaéreas (!!) dos mesmos rebeles civis indefesos! Se esses civis indefesos dispõem de caças supersônicos e baterias antiaéreas capazes de abatê-los, imaginem o que não fariam se fossem um autêntico exército em guerra civil! Vai ser indefeso assim no inferno!

O "governo francês", na verdade o palhaço com nome de doença que ocupa o Eliseu e sua gangue, lança-se agora nessa aventura desesperada e mentirosa, que só pode ter um único desfecho: a deflagração da guerra civil na Europa. A França conta com 2,5 milhões de muçulmanos e mais de 10% da população é de origem islâmica. Ainda que boa parte deles seja contrária a Kadhafi, é evidente que em sua enorme maioria os muçulmanos desaprovam a agressão "ocidental" contra a Líbia. E Kadhafi já avisou que vai atacar alvos na Europa. É, portanto, a guerra civil, que pode rapidamente transformar-se em guerra mudial tout court.

Isso tudo vindo da cabeça de um deformado mental como Bernard-Henri Lévy. Ter deixado que um tal ogre conquiste tamanho poder em seu país só mostra uma coisa: que a França está realmente no último estágio de decomposição. Jam foetet.

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