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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Muçulmanos e cristãos


Enquanto os países muçulmanos transbordam de vitalidade, coragem e religiosidade e derrubam os governos vendidos e mentirosos que os sufocavam, os países da ex-Cristandade continuam lambendo as botas e outras partes ainda menos recomendáveis dos nossos amos cripto-clepto-pluto-copro-cratas.

E olhem que temos até mais motivos do que eles para nos revoltarmos!

Até quando, Senhor?

A conversão sacrílega do criminoso de guerra impenitente Tony Blair


Segue em Londres o, Chilcot Inquiry, processo público da justiça inglesa contra o criminoso de guerra britânico Tony Blair. Com base em mentiras deliberadas, financiadas por interesses mais do que tenebrosos, Blair levou os britânicos a participarem no banho de sangue da segunda guerra do Golfo, provavelmente a guerra mais covarde da história da humanidade. Essa brincadeirinha baseada numa notório mentira foi responsável pela morte de 200 soldados britânicos e de mais de um milhão de iraquianos, ou seja, 333 vezes o número de mortos do WTC. Número de precisão espantosa, 333=666/2, ou metade da Besta, com toda a maldade mas sem a grandeza, mesmo que negativa, do Negador himself. Esta é a fórmula que define Tony Blair, um dos personagens mais vis de um momento particularmente vil da história mundial..

Consta para vergonha de todos nós que o nojento personagem se teria "convertido ao catolicismo", bofetada monumental no rosto de Jesus Cristo na pessoa de sua Igreja.

Que tenha havido sacerdotes que aceitassem tamanho sacrilégio é sinal da gravidade da crise por que passa a Igreja desde a Grande Avacalhação pós-conciliar.

PS: Fiquei sabendo que uma cunhada de Tony Blair teria recentemente se convertido ao Islã depois de uma estada no Irã. O que não é de surpreender.  A menos que se tenha uma profunda Fé e se tenha uma ideia básica sobre o que está se passando no mundo, a mera notícia de que a conversão blasfematória de Tony Blair foi aceita por parte do clero já basta para fazer qualquer pessoa decente sair correndo do catolicismo e abraçar qualquer outra fé. É o que se chama o escândalo, e Nosso Senhor Jesus Cristo promete punições à altura para os que o cometem.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A Fé, o conceito e o drama divino


Por que Deus, puro espírito e purus intellectus, pôs a Salvação na Fé, não no conceito?

O problema é que o ipsum ens subsistens e seu Lógos vivem em esferas tão superiores ao pobre conceito humano que só mesmo uma instância outra do que a razão podia receber os segredos de Deus, sua Revelação.

O drama divino acontece em regiões ônticas e epistêmicas tão inacessíveis ao homem, que a mente humana enquanto tal é absolutamente impotente para dizer uma palavra sequer sobre ele.

Um exemplo: se uma máquina do tempo nos transportasse para a Jerusalém do ano 33 e no domingo da Paixão víssemos o Calvário vazio, isso não significaria absolutamente nada para a Fé. Não há experiência crucial sobre o drama divino, nem mesmo na Cruz, porque seus atores não são objeto para o homem. Nem é preciso dizer que Deus dá o resultado que quiser à pergunta colocada pela experiência. A experiência científica é uma pergunta colocada à natureza, que se vê forçada a responder, se ela for posta com precisão. Mas impossível forçar Deus a dar alguma resposta. Deus não pode ser objeto de conceito ou de experiência.


E il naufragar mi è dolce in questo mare.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O rei e a liberdade de expressão


É fácil saber quem manda num país. De quem não se pode maldizer? Jamais se maldiz do rei.
Só Deus tão alto reina, que o baixo verbo humano não O atinge.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

São Gregório de Nazianzo e a Cruz


Cravei esta carne que me pesa.

Com Cristo quero morrer para subir com Ele.

Com Ele divido tudo, Espírito e corpo e os pregos e a Ressurreição.

Cristo, meu Soberano, és para mim pátria, força, glória e tudo.

Ele é força e fôlego e prêmio magnífico da corrida.

É Ele que me permite correr bem.

Com o mais puro amor amo-O, pois Ele é fiel mais do que conceber se possa a quem Ele ama.

NEle alegria e felicidade, mesmo se dor me imponha: quero ser purificado como o ouro no fogo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ÓTIMAS NOTÍCIAS DA TERRA DOS FARAÓS



Até que enfim uma boa notícia em nosso decadente planetinha.

Se a civilização nasceu no Egito, quem sabe vem aí uma nova chance de sair das trevas?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Diz-me com quem andas...


Parece que a grande aliança estratégica, primeiro, da Rússia soviética e agora dos EUA não fez muito bem a nenhum dos dois.

A primeira desapareceu. O outro, que o diga Timothy Geithener, que teve de vir lamber os coturnos 45 de dona Dilma Russef. Quem diria.

Aqui se planta, aqui se colhe. Piores dias virão.

Definições filosóficas do individual


Comte: um Kant mais em conta.

Kant: o chato em si.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Twitter chinês bloqueia pesquisas com a palavra Egito


Para quem tinha alguma dúvida sobre a natureza do regime comunista/capitalista da China, monstruoso não só conceptualmente,  resolve de uma vez o assunto a notícia de que o governo chinês proibiu buscas sobre a palavra "Egito" no portal Sina, o equivalente chinês do Twitter.

Por que será, por que será?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Jesus Cristo e o ódio ao mundo


Os recente acontecimentos no Norte de África - que se somam a muitos outros em todo o mundo - não deixam dúvida de que a outra grande religião monoteísta, o Islã, está em alta.

Não é de surpreender. Na Sodoma globalizada de hoje, é islâmica quase sempre a voz que resiste. Ao contrário do cristianismo infiltrado por Macedos e Bofs, o Islã tem lutado por manter pura a sua fé. E é isso que faz a sua força. Não resta dúvida de que nisso nós, cristãos, só podemos tirar o chapéu para eles.

Mas esse é também um sinal de que o mundo está ansioso por ouvir de novo a grande Voz que se fez ouvir na Galileia, a voz que em nome do Eterno condenava o mundo, julgava o mundo e derrotava o mundo na glória da Cruz.

Voz que a Grande Avacalhação pós-conciliar tentou calar, mas em vão, pregando uma falsa reconciliação entre o mundo e Cristo.

Cumpre voltar a proclamar em Voz alta o que a verdadeira Igreja sempre proclamou: o ódio ao mundo e a tudo que nele há.

É o que este texto do genial padre Crasset, o rei da clareza Evangélica, exprime com todo o brilho da Fé do século XVII:

Sobre o ódio ao mundo

É preciso desprezar o mundo, é preciso odiar o mundo: é preciso evitar o mundo em todos os tempos; mas sobretudo neste, em que ele se declara inimigo de Jesus Cristo.

É preciso desprezar o mundo, porque é um  enganador que promete muito e não cumpre o que promete. Seus prazeres não são verdadeiros, não são sólidos, não são puros, não são duradouros; não podem contentar o espírito; não podem preencher o coração; escapam-nos quando pensamos em gozá-los. Quanto desgosto dão à alma! Quanta inquietação ao espírito! Quanta dor e remorsos à consciência! Tivestes repouso alguma vez quando a seu serviço? A que levam essas diversões e esses festins dos maus? Às cinzas da morte e a uma Quaresma eterna que terão de passar no inferno.

É preciso odiar o mundo, porque é o inimigo de Jesus Cristo, o escravo e o partidário do demônio, o tirano da virtude, senhor, pai e autor de todos os vícios. Quem ama o mundo, crê nas máximas do mundo; caso contrário, não o amaria. Não crê, portanto, no Evangelho, que lhe é contrário. É Cristão de nome e infiel de coração. Os demônios creem haver um Deus e essa crença os faz tremer; mas não creem em Deus, pois não fazem a Sua Vontade; é o que os torna miseráveis. O mundano crê haver um Deus, como o demônio: mas não crê nEle, pois não obedece aos seus Mandamentos; e é o que os torna piores do que o demônio; pois Satanás crê e treme, como diz São Tiago, mas o mundano crê haver um Deus e zomba dEle. Numa palavra, quem é amigo do mundo se declara inimigo de Deus. Que partido tomais? Quereis ser inimigo de Jesus ou de Satanás?

É preciso fugir do mundo, de espírito, de coração e de corpo, se possível. Sua companhia é perigosa; suas máximas são detestáveis; seus costumes são perniciosos; seus exemplos são escandalosos; suas assembleias são contagiosas; seus partidários são soberbos, avaros, sensuais, traidores, pérfidos e inimigos de Deus. O mundo foi julgado; o mundo foi condenado; o mundo foi maldito; o mundo foi excomungado. Cumpre, portanto, evitar a sua companhia e não podemos frequentá-lo. Mais vale ser odiado pelos maus que ser amado por eles. Se sois do mundo, diz Nosso Senhor, morrereis em vossos pecados.

(Pe. Jean Crasset, Considérations chrétiennes, t. I, p. 331-333). Translated by Yours Truly.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Céticos do mundo inteiro desmoralizam macumba homeopática

Samuel Hahnemann

Num ato simbólico realizado simultaneamente em 23 cidades do mundo - inclusive São Paulo -, um grupo de céticos resolveu tomar uma overdose de remédios homeopáticos, para provar que esse tipo de terapia é absolutamente inócuo. Em homenagem ao número de Avogadro, o ato aconteceu às 10h23m em ponto.

Como se sabe, a homeopatia nasceu na Alemanha, quando seu fundador, Hahnemann teria recebido em sonhos a visita de um anjo. Este lhe teria comunicado a proporção mágica que cada remédio homeopático deveria ter do princípio curativo ativo. As diluições homeopáticas podem chegar à proporção de 1 parte do princípio ativo para cada 10 à potência 400 (é o caso do remédio homeopático contra gripe Oscillococcinum) !! Ou seja, quando você toma uma dessas medicações homeopáticas, pode ter certeza absoluta de não estar tomando sequer um elétron do princípio ativo. É macumba num grau de pureza química jamais alcançado.

Não é à toa que a Associação Médica Britânica recentemente classificou a homeopatia como feitiçaria.

No Brasil, porém, a homeopatia é financiada com dinheiro público e exercida como "medicina".  É claro que em matéria de imbecilidade o governo brasileiro nunca poderia deixar de ocupar o primeiro lugar.

Escusado é dizer que desde a origem a charlatanice homeopática foi amplamente apoiada pela mãe de todas as charlatanices, a maçonaria.

Até que enfim fazem alguma coisa que presta os autoproclamados céticos, uma das comunidades mais bocós e manipuladas que existem!

Os sacrifícios da vida religiosa



Dizia o grande Huysmans que o catolicismo não é uma religião de bom tom.
O sinal entre o cristão e o mundo será sempre um sinal de contradição. É o que a velha e santa Igreja jamais perdia de vista.
Aos olhos do mundo, o que mais aguado, mais insípido, mais incorrigivelmente "bonzinho" do que a vida da Religiosa consagrada?
E no entanto, que enorme grandeza se esconde por trás daquelas aparências suaves.
É o que deixa bem claro este majestoso primeiro capítulo de um velho manual de espiritualidade para freiras, o Tableau d'une Vraie Religieuse, escrito por M. d'Orléans de Lamote, bispo de Amiens, em medos do século XVIII:

Dos sacrifícios pelos quais a verdadeira Religiosa se imola continuamente e seu divino Esposo

São grandes, minha filha, são muito grandes esses sacrifícios; mas tu os fizeste e mui livremente; não te arrependes de tê-los feito, convém renová-los sem cessar. Pela profissão religiosa, morreste uma santa morte; a fórmula de teus votos é o gládio com que te traspassaste.

Onde fizeste essas promessas santas pelas quais te imolaste? Foi nesse santo templo, diante dos santos altares, sob os olhos dos anjos, na presença de Jesus Cristo. Ele recebeu tuas promessas; o ministro sagrado que representava Jesus Cristo te disse publicamente a que te comprometias; tu não te abateste com isso; tu te alegraste com isso; assinaste com júbilo essas promessas sagradas com o sangue do Cordeiro de Deus que acabava de se imolar por ti.

Concluo que não mais te pertences, que não deves ser senão vítima, que deves oferecer-te continuamente em holocausto. Morre, pois, todos os dias, minha querida filha, e permanece sempre morta.

Convém que permaneças nesse estado de morte, se quiseres ser uma verdadeira Religiosa.

Mas para que, exatamente, morreu a verdadeira Religiosa? Morreu para o mundo: a solidão a que o Senhor a conduziu é a para ela o seu túmulo.

Morreu para os bens da fortuna; a pobreza constitui todas as suas riquezas.

Morreu para a sua própria vontade: a obediência é a sua grande glória.

Morreu para as comodidades da vida; a mortificação faz as suas delícias.

Amada esposa do Senhor, consente em ser imolada. Sê vítima da solidão; alegra-te por aí habitar como num celeste asilo.

Sê vítima da pobreza: ama-a como precioso tesouro.

Sê vítima da obediência: seja ela tua guardiã, trata-a com carinho.

Enfim, sê vítima da mortificação: tenha ela para ti mil encantos.

Estes são os quatro grandes sacrifícios que Deus te pede; eles contêm todos os outros; deves renová-los sem cessar.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Deus, o sentido e o ateísmo


A pergunta que resume o debate entre ateus e teístas é a seguinte: partes de um todo sem sentido podem ter sentido?
Ateus dizem sim, teístas dizem não.