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sábado, 23 de outubro de 2010

Wilhelm Reich, Maio de 68 e a pedofilia

Wilhelm Reich

Dando sequência à publicação do texto capital do Dr. E. Michael Jones sobre diversos problemas da Igreja no mundo de hoje, aqui vai a continuação do texto publicado por este blog alguns dias atrás , onde é analisado o problema dos abusos sexuais cometidos por padres e religiosos.

No texto de hoje,  o Dr. Jones analisa o horripilante legado de Wilhelm Reich, promotor da liberação da prática sexual de adultos com crianças, e a trágica adoção de tais práticas em institutos de educação infantil por grupos de extrema esquerda na década de 60. Dentre os que admitiram ter efetuado tal prática, Daniel Cohn-Bendit, um dos líderes da revolta estudantil de maio de 68 e hoje deputado no Parlamento Europeu. 

Com isso, na esteira do papa Bento XVI, E. Michael Jones procura situar historicamente o problema dos abusos sexuais, relacionando-o com o momento atravessado pela Igreja após o Concílio Vaticano II e com as tendências com que ela se deparou ao tentar se abrir para o mundo moderno.

Aqui vai o texto:

Analogamente, afirma o professor Introvigne

que um único fator não pode explicar uma revolução desta magnitude. O boom econômico e o feminismo desempenham seu papel, mas também aspectos mais estritamente culturais, tanto for a das igrejas e das comunidades cristãs (o encontro entre a psicoanálise e o marxismo) como dentro delas (as ‘novas teologias’).

Mas não menciona Wilhelm Reich, o homem que criou o termo Revolução Sexual e também combinou psicanálise e marxismo para criar uma arma especialmente apontada para a Igreja Católica, e ainda mais especificamente e que promoveu a corrupção sexual do clero como a melhor maneira de reduzir o poder político da Igreja.

Reich era um judeu da Galícia, a mais oriental das províncias do império Austro-Húngaro, que era ao mesmo tempo freudiano e marxista. Nove anos depois de morrer, tornou-se o herói da revolução de 68 em Paris. Dois anos depois ele apareceu na capa da revista do New York Times Magazine.

Quando Reich foi redescoberto pela Nova Esquerda em 1969, já havia morrido havia dez anos, mas este fato era irrelevante, pois, de qualquer forma, o Reich que a os revolucionários culturais estavam interessados em promover havia parado de escrever em 1933. No dia 4 de janeiro de 1971, Christopher Lehmann-Haupt escreveu uma resenha da nova edição da Psicologia de Massa do Fascismo da Farrar Straus, que anunciava, com efeito, que o retorno de Reich revival começara para valer. “Wilhelm Reich,” proclamou Lehmann-Haupt, “o sexólogo austríaco e inventor do chamado acumulador de energia de orgônio, está de volta.” Reich, segundo a resenha, era o pai da cultura jovem, da revolução sexual e do movimento feminista. O livro de Kate Millett, Sexual Politics, foi escrito sob a influência dele. Além disso, Reich reconciliava melhor Freud com Marx do que Marcuse, especialmente ao expor seu “credo de que o homem sexual é um homem liberado da necessidade de autoridade, religião e casamento.” Ou seja, Reich “faz muito sentido,” pelo menos para alguém simpático ao objetivo da liberação sexual. Lehmann-Haupt estava, na realidade, tão apaixonado pela visão reichiana da liberação sexual que estava até disposto a reexaminar a sua teoria da energia do orgônio. “Talvez tenha chegado a hora de reexaminar todo Wilhelm Reich,” concluía.

Quatro meses depois, no dia 18 de abril de 1971, o New York Times voltou a tratar de Reich, desta vez dedicando ao seu pensamneto um longo artigo de destaque no revista de domingo. Em “Wilhelm Reich: O Psiquiatra como Revolucionário,” David Elkind descreve como os estudantes communards de Berlim atacaram a polícia com exemplares de capa mole de A Psicologia de Massa do Fascismo. (Terá sido por compaixão ou por frugalidade que evitaram usar exemplares de capa dura?) Reich “esta sendo ressuscitado em toda a Europa como um herói/santo por estudantes que exigiam reformas sociais,” e agora “muitos jovens americanos” estavam “descobrindo que Reich é bem o seu tipo de revolucionário também.” Isto porque a sua mensagem era mais atraente para a Esquerda Americana, que percebia que podia derrubar o estado pela licança sexual sem a sublimação exigida por Freud ou a revolução política exigida por Marx.

Reich é relevante para a nossa discussão por ser um proponente tanto da sexualidade infantil quanto da subversão sexual do clero. Em A Psicologia de Massa do Fascismo, Reich afirmava ser irrelevante debater a existência de Deus com um seminarista. Se, porém, o seminarista puder ser induzido a se entregar à atividade sexual, a ideia de Deus “evapora-se” de sua mente. Em A Psicologia de Massa do Fascismo, Reich elogiava “o sociólogo legítimo que considerar a compreensão psicanalítica da sexualidade infantil como um ato revolucionário altamente significativo” (p. 28). Prossegue dizendo que a Igreja Católica é o principal inimigo da libertação revolucionária:

Com a restrição e a supressão da sexualidade, muda a natureza do sentimento humano; nasce uma religião que nega o sexo e gradualmente desenvolve sua própria organização de política sexual, a igreja com todos os seus predecessores,cujo objetivo não é senão a erradicação dos desejos sexuais do homem e, portanto, do pouco de felicidade que há na terra.

De acordo com Reich: “A inibição sexual impede o adolescente médio de pensar e sentir de maneira racional.” A religião, segundo Reich, nada mais é do que sexualidade inibida:

A experiência clínica demonstra incontestavelmente que os sentimentos religiosos decorrem da sexualidade inibida, que a fonte da excitação mística deve ser procurada na excitação sexual inibida. A inevitável conclusão de tudo isso é que uma consciência sexual clara e uma regulação natural da vida sexual devem condenar ao fracasso toda forma de misticismo; ou seja, que a sexualidade natural é o arquiinimigo da religião mística. Ao travar um combate anti-sexual sempre que pode, ao fazer disto o núcleo dos seus dogmas e colocá-lo na linha de frente de sua propaganda de massa, a igreja apenas demonstra a correção desta interpretação.i

Em outro ponto afirma Reich claims que: “Se alguém conseguir livrar-se do medo infantil da masturbação e com isso a genitalidade exigir gratificação, prevalecerão o discernimento intelectual e a gratificação sexual.”ii

O primeiro passo para a revolução é a promoção da sexualidade infantil, pois “não podem coexistir a consciência sexual e os sentimentos místicos.” Qualquer revolucionário que considerar a sexualidade como um “problema particular” comete um “grave erro”, pois

a reação política . . . sempre segue duas trilhas ao mesmo tempo: nas políticas econômicas e na “renovação moral.” Até agora, o movimento da liberdade seguia só uma trilha. O que é preciso, portanto, é dominar a questão sexual em escala social, para transformar o lado obscuro da vida pessoal em higiene mental social, para transformar a questão sexual numa parte da campanha total, em vez de nos limitarmos à questão da política populacional.iii

A revolução sexual é, para usar as palavras de Reich, “dinamite social,” mas não pode efetivar seu poder destrutivo se os revolucionários temerem envolver-se em sexualidade infantil, ou como diz Reich: “se este trabalho tiver de ser executado por revolucionários que compartilham com a igreja da afirmação e da defesa do misticismo moralista, que consideram que a resposta à questão sexual esteja aquém da ‘dignidade da ideologia revolucionária,’ que recusa a masturbação infantil como uma ‘invenção burguesa,’” as coisas não dão certo.

Ou seja, o autêntico revolucionário deve estar disposto a promover a sexualização das crianças. O revolucionário, segundo Reich, deve “despertar. . . um desejo na juventude moderna, um desejo de uma nova filosofia e de conhecimento científico acerca da luta pela saúde sexual, pela consciência e liberdade sexuais . . . O que importa é a juventude! E ela— isto é certo — não é mais acessível a uma ideologia que nega o sexo em escala maciça. Este é o nosso ponto forte.”iv

A ênfase de Reich na promoção da atividade sexual é é difusa demais para ser ignorada:

O trabalho revolucionário com as crianças só pode ser, essencialmente, um trabalho de economia sexual. Deixem o espanto de lado e escutem com paciência. Por que é que as crianças em fase pré-púbere podem ser orientadas pela educação sexual da maneira melhor e mais fácil?v

Esta poderosa arma nunca foi usada na Alemanha. E os encarregados pelas organizações infantis é que resistiam mais fortemente à proposta de transformar o tratamento individual da educação sexual em educação em escala de massa.vi

Se conseguíssemos despertar os interesses sexuais das crianças e adolescentes em escala de massa, a cojntaminação reacionário teria de enfrentar uma formidável contra-força— e a reação política não poderia fazer nada.vii

. . . o mecanismo que torna as massas incapazes de liberdade é a supressão social da sexualidade genital nas criancinhas, adolescentes e adultos.viii

Para deflagrar a revolução, o autêntico revolucionário, segundo Reich, deve promover o sexo com crianças. Deve também promover a sexualização do clero católico, pois a Igreja Católica é o principal obstáculo para a conquista revolucionária da sociedade austríaca:

O caso dos eclesiáticos é especialmente difícil, pois se tornou impossível a convincente continuação de sua profissão, cujas consequências físicas sentiram no próprio corpo. A única opção aberta a muitos deles é trocar o sacerdócio pela pesquisa ou docência religiosas.

Reunidas, a promoção por parte de Reich da sexualidade infantil e da sexualização do clero católico tornou-se o esquema para a subversão da Igreja Católica. A campanha começou logo em seguida ao Concílio Vaticano Segundo, mas chegou ao auge na crise do abuso sexual por parte do clero na primeira década do século XXI. As teorias de Reich foram postas na prática durante a revolução sexual da década de 60, mas levariam décadas até que o seu pleno efeito ficasse evidente.

A esquerda pôs as teorias de Reich na prática durante a década de 60. Num artigo publicado na revista austríaca Die Aula em fevereiro de 2001, de que reproduzimos uma tradução inglesa em Culture Wars de maio deste ano,ix Hans Fingeller explicava como os revolucionários sexuais “usaram crianças como ratos de laboratório na delicada área do desenvolvimento sexual”:

Wilhelm Reich, um esquisito seguidor de Sigmund Freud, propôs certas teses sobre como “liberar” a sexualidade das crianças, que os revolucionários da “Spontis” e aa APO [Ausserparliamentarische Opposition] usaram como desculpa para executare certas experiências com crianças. . . . . Como resultado da absorção das teorias de Reich, a geração de 68 começou a fazer experiências com seus próprios filhos, que agora não eram mais criados em escolas públicas ou religiosas, mas em “centros alternativos de cuidados [day care centers]” em que zelosos camaradas tentavam criar com esse ‘material humano” o “Novo Homem”, não por algum processo biológico, mas pela aplicação deliberada da ideologia marxista na sala de aula.

Em seu livro Linke Lebensluegen: eine Ueberfaellige Rechnung [Mentiras esquerdistas acerca da vida: uma conta vencida há tempos] Klaus Rainer Roehl, que era na época marido da terrorista Ulrike Meinhof, da RAF, dá alguns detalhes sobre as práticas de educação infantil na Kommune 2, especializada na educação de crianças segundo o evangelho de Wilhelm Reich.

O primeiro objetivo dessa “educação” era substituir o apego dos filhos aos pais por um relacionamento com uma “pessoa de relação” e com isso inibir a formação da “fixação familiar autoritária.” Tais atividades incluíam contato pedofílico entre adultos e meninas de cinco anos de idade, cujos pormenores pouparei ao leitor. Pode-se ler a explicação completa no número de Maio de 2001 de Culture Wars.

Daniel Cohn-Bendit é hoje membro do Parlamento Europeu e chefe do Partido Verde na França, mas na década de 60 foi professor hum desses centros educativos. Depois que seu companheiro de armas Joschka Fischer foi nomeado ministro das relações exteriores da Alemanha, Cohn-Bendit concedeu uma entrevista a ZDF, o segundo canal de TV da Alemanha, em que lhe perguntaram se ele trabalhara em algum dos centros educativos vermelhos.

Sim, é claro, é claro,” respondeu ele.

O repórter da ZDF então lhe perguntou se publicou o seguinte texto acerca de suas experiências lá: “sempre me acontecia de as crianças abrirem a minha braguilha para me acariciarem.”

Nesse momento, o eloquente parlamentar europeu pareceu um veadopelas luzes de um carro que se aproximava.

Depois de muito pigarrear e gaguejar, Cohn-Bendit disse que hoje não recomendaria o que recomendava na época, pois “sabemos muito mais sobre abuso de crianças.”

Em seguida, contradizendo o que escrevera, Cohn-Bendit jurou: “Nunca tive nada que ver com crianças.”

O repórter da ZDF não pareceu convencido: “Tudo soava tão autobiográfico. As descrições são tão pessoais, como se tivesse feito sexo com crianças.”

Cohn-Bendit replicou: “É, mas isso não é verdade. Isso não é verdade. O mesmo também quanto aos pais. . . Não me zango se as pessoas me acusarem disso porque não era segredo. Estava só pensando que você devia olhar para aquilo no contexto daquele tempo e daquela época. Estamos falando de 68. Foi naquela época. . . .

Ao contrário da Igreja católica, que pediu desculpas pelos padres que praticaram atividades sexuais com crianças, a Esquerda em geral e o Partido Verde, seu atual herdeiro, nunca “buscou maneiras de reparar os danos que fizeram às crianças daquela geração, que foram tratados como ratos de laboratório sujeitos às ideias abstrusas do maluco Wilhelm Reich.”

Escreve Klaus Rainer Poehl: “É nesta área específica [a sexualização de crianças] que o seu movimento tem mais coisas pelas quais deve responder. Essas práticas más ou estúpidas criaram as maiores sequelas. Foi aqui que ele causou mais estragos.”

Escrevendo mais ou menos na mesma época que Hans Fingeller, Herbert Rauter afirma que as experiências de Cohn-Bendit não foram “Incidentes Isolados.” Na verdade, em 1985 o Partido Verde, o lar político tanto de Cohn-Bendit quanto de Joschka Fischer, defendiam a eliminação das leis que criminalizavam as relações sexuais com crianças, afirmando que elas “impedem o livre desenvolvimento da personalidade.”

No começo de 1985, os verdes propuseram uma legislação que decriminalizaria a sedução de meninas de menos de 16 anos, bem como o contato homossexual com crianças e adolescentes. A razão? “A ameaça de punição inibe as crianças de descobrir sua verdadeira orientação sexual.”

Na convenção estadual reunida em Luedenscheid em março de 1985, os verdes de Nordrhein-Westfalen reivindicaram que a “atividade sexual não-violenta” entre crianças e adultos nunca fosse considerada razão para perseguição criminal. Esta espécie de atividade, ao contrário, “deve ser liberada de todas as restrições que a nossa sociedade impôs a ela.” O fato de que esta resolução tenha sido aprovada pela maioria dos presentes demonstra o fato de que eles consideravam as relações sexuais entre crianças e adultos uma forma de “opressão social, que coloca aqueles que estão interessados em praticar sexo não-violento com crianças em perigo de ter sua vida inteira destruída de um dia para o outro se ficarem sabendo que tiveram relações que todos nós consideramos agradáveis, produtivas, estimuladoras do crescimento, em suma, positivas para ambas as partes envolvidas. . . . Reivindicamos, portanto, que sejam removidas todas as sanções criminais contra tal atividade sexual.”

Em 1985, os verdes de Baden-Wuerttemberg . . . tentaram amenizar as sanções criminais contra esta forma de atividade sexual. O sexo consensual entre adultos e crianças não devia ser punido.

Também em 1985, em sua plataforma política (Auszuege aus dem Wahlprogram der Alternative Liste Berlin), os verdes reivindicavam que

É inumano aprovar a atividade sexual só para certa faixa etária e sob certas condições. Se os jovens exprimem o desejo de ter sexo com pessoas da mesma idade ou com gente mais velha de for a da família, ou porque sua homosexualidade não é aceita pelos pais ou porque têm tendências pedofílicas ou por qualquer outra razão, devem dispor da possibilidade de agir de acordo com tais desejos.”

Recapitulemos. Christopher Hitchens, que escreveu um livro em louvor às virtudes do ateísmo e outro que ataca Madre Teresa, tem planos para prender o papa quando ele chegar à Inglaterra em setembro, mas ninguém tem planos para prender Daniel Cohn-Bendit seja quando for. A Igreja jamais tolerou essa espécie de atividade de nenhum modo, maneira ou forma, muito menos da maneira como o Partido Verde o fez, mas ninguém está processando o Partido Verde pelo abuso sexual que ocorria nos centros educativos da década de 60.

Está claro que a Gaudium et Spes estava enganada ao afirmar que a Igreja nada tinha que temer do mundo moderno. A modernidade sempre foi inimiga da Igreja e tal permanece hoje em dia.
i Wilhelm Reich, The Mass Psychology of Fascism, p. 178.
ii Reich, p. 181.
iii Reich, p. 184.
iv Reich, p. 191.
v Reich, p. 195
vi Reich, p. 196
vii Reich, p. 197
viii Reich, p. 218
ix Hans Fingeller, “Green Pedophila: Danny and the Day-Care Center,” Culture Wars, May 2001, p. 34.

Um comentário:

  1. "Se algum padre ou algum bispo pretende ser prudente e guardar o silêncio, eu não guardarei, porque não quero entrar para história como os bispos que covardemente não levantaram a voz quando Hitler começou a governar a Alemanha em 1933." (Pe. Paulo Ricardo, sobre o PNDH-3)

    "Porque se a gente se calar, as pedras vão falar. E vai ser ... uma vergonha muito grande se as pedras falarem porque os cristãos não se pronunciam." (Padre José Augusto, sobre o PT na Canção Nova)

    "Não podemos nos calar!" (Dom Aldo Pagotto, sobre a Cultura de Morte no governo)

    Muitos padres e pastores ergueram corajosamente sua voz para denunciar a Cultura de Morte do governo. Vamos também nós fazer o que estiver ao nosso alcance!

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    * UM DIA DEPOIS do primeiro turno, Ministério da Saúde continua projeto: "Estudo e Pesquisa - DESPENALIZAR o Aborto no Brasil"
    * Como pré-candidata, Dilma ALTERA radicalmente discurso sobre aborto e fé
    * Dilma diz que é um absurdo que não haja a DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto no Brasil
    * Dilma defende "atendimento PÚBLICO para quem estiver em condições de fazer o aborto ou querendo fazer o aborto"
    * Igreja chama Lula de "novo Herodes" devido a DECRETO pela legalização do aborto
    * Ministério da Saúde financia filme pró-aborto
    * PT PUNE deputados por serem contra o aborto

    "Aquele que conhece a Verdade e não a proclama é um covarde miserável e não um cristão." - São Pio V

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