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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os negros anos 80

Leio no blog da Arquidiocese de Washington DC um artigo do Monsenhor Charles Pope a respeito da crise por que passava a Igreja durante os seus anos de seminário, na década de 1980.
Nele, o Monsenhor cita uma versão do Credo que corria entre os alunos.  E a sério, não era gozação!
Vale a pena ler para ver a que ponto as coisas tinham chegado. 
Aliás, quem viveu em São Paulo com a arquidiocese sob o comando do sombrio Dom Paulo Evaristo Arns viu coisas até piores!
Aqui vai o Credo dos anos 80:
Creio no conceito de deidade,
Gentil e  nutriz mãe  ou pai de tudo,
Útero do céu e da terra
E em Jesus Cristo
seu primeiro rebento
nosso conselheiro e irmão
nascido de uma jovem palestina
tratado com violência por um oficial romano intolerante
morreu e foi sepultado
em algum lugar.
Algum tempo depois ele/ela “reapareceu” sob alguma forma ou lembrança
e desde então permanece como símbolo de valores morais e religiosos.
Creio no espírito de tolerância,
na universal e essencial bondade de toda a humanidade
no primado da amizade,
na aceitação da diversidade
no fim de todo sofrimento
e na evolução contínua da humanidade
Uma espécie de suma de todo o besteirol teológico politicamente correto.
Com essa mentalidade reinando entre os seminaristas, não é de espantar que a Igreja americana tenha sido assolada por escândalos sexuais de todos os calibres imagináveis.
Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison


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