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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ironia e tragédia da ciência humana


Pôncio Pilatos, representando toda a arrogância filosófica, diante da Verdade, pergunta à Verdade o que seja a Verdade, sem ver a resposta escancarada bem à sua frente.

A presunçosíssima ciência moderna perscruta um universo que se mostra cada vez mais imenso e complexo, muito mais imenso e complexo do que supunham gregos, medievais e modernos. Para estudar a criação, gasta bilhões e bilhões na construção de satélites, supercomputadores, aceleradores de partículas. Desconhece, porém, o autor da obra, que pode ser encontrado no sacrário de qualquer igrejinha da roça, completamente insuspeitado de toda a tecnologia e de toda a ciência.

Não haveria mais ferina ironia, se o Homem Deus, em seu infinito amor, que exige uma infinita entrega, neste mesmo movimento não se entregasse a esses mesmos imbecis arrogantes E LHES DESSE O PODER DE MATÁ-LO.

É o que constitui toda a tragédia da ciência humana.

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