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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cristãos indonésios respondem a "evangélicos" americanos que propõem queimar o Corão em público

Bispo Mandagi fala sobre a queima do Corão


Adaptado de Asia News.


Um grupo de cristãos que incluía um bispo católico e outro protestante reuniu-se com um grupo islâmico para condenarem a proposta de uma associação "evangélica" da Flórida de se queimar publicamente o Corão durante os festejos de 11 de setembro.
A reunião aconteceu em Cikini II, centro de Jacarta. Estiveram presentes o bispo católico de  Amboina, Petrus Canisius Mandagi, Presidente da Comissão Inter-religiosa da Conferência dos Bispos da Indonésia (KWI), Monsenhor Johannes Pujasumarta, secretário geral da KWI, e o bispo protestante de  Bandung, Reverendo Andreas Yewangoe, além de Habib Rizieg, líder do grupo islâmico Frente de Defesa (FPI). O encontro foi organizado para abrir um diálogo amistoso e para evitar possíveis conflitos entre radicais islâmicos e "cristãos", em consequência da controvertida proposta do grupo americano, soi-disant "evangélico", Dove World Outreach Centre.
O bispo Mandagi exprimiu sua "profunda dor ao saber dos atos de provocação que pretendem atingir nossos irmãos muçulmanos. Tais bárbaras iniciativas devem ser banidas no mundo inteiro". 
"Habib Rizieq, chefe do FPI, exprimiu a sua gratidão pela empatia e simpatia dessas comunidades cristãs," postou o Monsenhor. Pujasumarta em seu blog.
Rizieq também comentou que o encontro era um grande passo para reduzir  as divergências sobre os problemas atuais e exprimiu o desejo de que tal diálogo prossiga. "Nada é impossível por meio do diálogo", disse ele.


Comentário:
É notório que grupos pretensamente "evangélicos" têm de todas as formas tentado sabotar o diálogo entre cristãos e muçulmanos no mundo inteiro e atiçar velhas inimizades de tempos há muitos passados.
É dever de todo cristão opor-se a tais hipócritas ações, contrárias ao verdadeiro espírito evangélico. Elas só podem levar a mais derramamento de sangue e a mais injustiças.
Oremos para que outras reuniões como a de Jacarta possam acontecer e frutificar no mundo inteiro.


Mais notícias sobre o caso aqui.

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